domingo, 28 de novembro de 2010

Lição de 25 de Novembro de 2010

Competências a desenvolver:

Analisar a afirmação e o reforço do poder real na Europa Medieval no Ocidente.
Explicar a restauração da noção de Império na Europa Ocidental.
Linha de conteúdos:
O poder real na Europa Medieval no Ocidente
- O rei é o chefe de estado ou da nação.
- o poder era de origen divina (reconquista/Península Ibérica).
- o triunfo sobre o Islão permitiu a divisão da terra pela nobreza.
- em França o Rei era o suserano dos suseranos
- estavam ligados por laços de vassalagem
- superioridade hereditária e de uma familia
A noção de Império na Europa Ocidental:. Carlos Magno (800).
.Tratado de Verdum (843)
--- Carlos Magno (843)
--- Carlos ( França Ocidental)
--- Lotário (França Oriental)
--- Luís (Germânico)
. rei Germânico (Otão I) – foi coroado pelo papa D. João XII
. O imperador garante novamente o poder temporal do Papa sobre o Património de S. Pedro.
. mas em troca exige que nenhum papa seja eleito sem conhecimento
. durante um século usarão esse direito.
Recursos
Alunos
Quadro
Metodologia
Método dedutivo 
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Sumário:
A noção de Império na Europa Ocidental.
Bibliografia:
BONASSIÉ, P., Dicionário de História Medieval, Lisboa, Queixote, 1986
BURNS, E.M., História da Civilização Medieval, Lisboa, Dom Queixote,1985
DUCELLIERA, A.,A Idade Média no Oriente, Bizâncio e o Islão, Dom Queixote,1994.
LE GOFF, J., O Homem Medieval, Lisboa, Presença, 1999.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Lição de 24 de Novembro de 2010.

Competências a desenvolver

Caracterizar a organização senhorial no contexto da Europa Medieval.


Linha de conteúdos


. O senhorio:
- O nível local, o poder sobre as populações locais era exercido por um senhor laico e eclesiástico
- forma de organização numa época onde não existia instituições intermédias e numa época em que a guerra manifestava-se pelo ocidente.
- obtinha a lealdade de nobres ( duques, marqueses, condes) ou eclesiásticos ( abades, bispos, etc).
- a fim de possuírem exércitos prontos a combater.
- este sistema desenvolviam-se a outros senhorios com base na fidelidade e lealdade
- outros direitos em troca da administração e da defesa: de banalidades ou portagens.


Metodologia


Método dedutivo
Método Indutivo.


Avaliação


Colectiva
Individualizada


Recursos:


Manual
Quadro
Alunos

Sumário


A organização senhorial no contexto da Europa Medieval.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Lição de 22 de Novembro de 2010


Os Reinos Bárbaros no século VI, Jacques Le Goff, A Civilização do Ocidente Medieval, volume I, in p.47 


Competências a desenvolver:



-Referir as principais causas que determinar o sucesso germânico e a queda do Império Romano do Ocidente

-Relacionar as consequências das invasões germânicas com o fim do mundo antigo.

Linha de conteúdos:


- O sucesso germânico e a queda do Império Romano do Ocidente


. Não se tratavam de grandes exércitos do ponto de vista do número de efectivos.
. Sem oposição dos romanos devido o declínio da população e aumento da burocracia.
. A posição de comando de alguns germanos no interior das forças militares romanas
. A deslocação da população do Ocidente para Oriente mais rico e atractivo.
. A ruralização lenta mas progressiva da realidade ocidente.


- As consequências das invasões germânicas e o fim do mundo antigo.
. A ruralização definitiva do Ocidente.
. O campo com mais espaço de segurança e refúgio
. A queda demográfica e a decadência económica
. O caos político e anarquia num espaço onde a lei é substituído pela força.
. A crise nas artes e nas letras
. A igreja como fonte de unificação.


Recursos:

Quadro
Manual
Alunos


Metodologia:


Método expositivo
Método dedutivo


Avaliação


Individualizada


Sumário


As invasões germânicas o fim do mundo antigo.


Bibliografia


GUARDINA, René, O homem Romano, Lisboa, Presença, 1992.
GRIMMAL, Pierre, A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1998
LE GOFF, Jacques, A Civilização do Ocidente Medieval, Estampa, Lisboa, 1983.
PETIT, P., A Paz Romana, São Paulo, EDUSP, 1968.
ROSTOVTZEFF, M., História de Roma, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1977.
TEIXEIRA, A., A Herança de Roma, Mem Martins, Publicações Europa-América,2001.

domingo, 21 de novembro de 2010

Conteúdos a considerar no segundo momento de avaliação

2.1.2. – A unidade do mundo imperial:

- O processo de sistematização e codificação do direito romano.
- A progressiva extensão de cidadania no Império Romano.
2.2.3. A fixação de modelos artísticos:
- A escultura na época romana.
2.3. A integração de uma região periférica no Universo Imperial: A romanização da Península.
-A romanização da Península Ibérica.
-A organização da rede urbana no território português.
- Identifica os agentes da romanização.
3.1. O império universal romano e cristão.
- A difusão do Cristianismo no espaço romano.
- A igreja e o legado político-cultural clássico.
3.2. Prenúncios de uma nova geografia política.
A conjuntura política militar e a nova geografia da Europa.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

18 de Novembro de 2010

Competência a desenvolver


Explicar a conjuntura militar e a nova geografia da Europa


Linha de conteúdos:


A Conjuntura política militar da nova geografia da Europa.
O enfraquecimento do Império a partir do séc. II.
- Corrupção e dissolução de costumes.
- Instabilidade político-militar
- A desorganização económica e a prioridade com os gastos militares.


-A tetrarquia militar
-A divisão do Império e a decadência do Ocidente
-Constantinopla como sede do Império Romano do Oriente.


. Metodologia


Método Expositivo
Método Dedutivo


Recursos


Alunos
Manual
Quadro


Avaliação


Colectiva
Individualizada


Sumário


-A conjuntura política militar e a nova geografia do Ocidente.


Bibliografia:


- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa -América, 1993.
- KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

17 de Novembro de 2010

Competências a desenvolver:


- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
- Analisar o papel da Igreja romano - cristã na perpetuação do legado político -cultural.


Linha de conteúdos:




- Culto a vários deuses, a cultos locais e adopção de uma religião única o Cristianismo.


- espalham a mensagem de Cristo

. tolerância dos cultos locais desaparecem
. Édito de Milão – 313 - Liberdade de culto
. Édito de Teodósio – 380 – Convertido ao Cristianismo, aceitou o baptismo, religião oficial.
- O papel da Igreja romano -cristã na perpetuação do legado político - cultural.


. Igreja romano – cristã, defesa da unidade cristã
. Afirma a vocação universal. [império romano e um império universal].
. A escultura, os frescos e os mosaicos cristãos inspiram-se em modelos romanos.
. A filosofia clássica ao serviço da igreja romano cristã.
. O direito Romano esteve na base do Direito Canónico – questões administrativas e disciplinares.
. Construções romanas, por exemplo as basílicas romanas e as dádivas de outras construções.


Metodologia:

Método dedutivo.
Método expositivo.


Avaliação

Individualizada
Colectiva

Recursos:
- Alunos
- Manual
- Quadro

Sumário:

- O Cristianismo e o papel da igreja romana na perpetuação do legado político cultura – romana.

Bibliografia:


- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

LIção de 15 de Novembro de 2010

Competências a desenvolver:
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.

- Analisar o papel da Igreja romano - cristã na perpetuação do legado político -cultural.
Linha de conteúdos:

. tolerância dos cultos locais desaparecem

. Édito de Milão – 313 - Liberdade de culto

- liberdade de culto
- devolução de bens
- fim da perseguição aos cristãos

. Édito de Teodósio – 380 – Convertido ao Cristianismo, aceitou o baptismo, religião oficial.

- O papel da Igreja romano -cristã na perpetuação do legado político - cultural.
. Igreja romano – cristã, defesa da unidade cristã

. Afirma a vocação universal. [império romano e um império universal].

Factores que facilitaram a conversão de todos os habitantes do Império:

- Religião oficial do estado.
- Os templos pagãos são destruídos e convertidos em Igrejas.
- Cristianismo elemento de unidade no Impériio.
- Roma sede do Império e do cristianismo.

. A escultura, os frescos e os mosaicos cristãos inspiram-se em modelos romanos.
. A filosofia clássica ao serviço da igreja romano cristã.
. O direito Romano esteve na base do Direito Canónico – questões administrativas e disciplinares.
. Construções romanas, por exemplo as basílicas romanas e as dádivas de outras construções.

Metodologia:

Método dedutivo.
Método expositivo.

Avaliação

Individualizada
Colectiva

Recursos:

- Alunos
- Manual
- Quadro

Sumário:

- O Cristianismo e o papel da igreja romana na perpetuação do legado político cultura – romana.

Bibliografia:

- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Lição de 11 de Novembro de 2011

Competências a desenvolver:



- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.


Linha de conteúdos:


- Culto a vários deuses, a cultos locais e adopção de uma religião única o Cristianismo.
. nascimento de Jesus Cristo, na Judeia Nazaré.
. vida adulta, dois anos de cristianização.


- Pregação


. fé em deus única igualdade de todos perante a lei.
. sem distinção da raça
. amor ao próximo
. fraternidade e humidade


-Perseguidos pelo Império à medida que se difunde a sua mensagem:


. era uma ameaça ao imperio.
. excelente rede de comunicações.
. intensa envagelização e corojosa resistência por parte dos apóstolos.
. ampliação das catacumbas como fomento da difusão do culto cristão.


Metodologia:


Método dedutivo.
Método expositivo.


Avaliação


Individualizada
Colectiva

Recursos:- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:


- O nascimento do Cristianismo e o fundamento da nova fé.


Bibliografia:


- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Lição de 10 de Novembro de 2010

Competências a desenvolver:



Caracterizar o processo de romanização na Península Ibérica.
Identificação do modelo romano na organização da rede urbana no actual território português.


Linha de conteúdos:


- A romanização de Península Ibérica.


. processo é difícil nos fins do séc. III, tendo terminado no séc. I
. prolonga-se durante quase dois séculos
. o avanço romano fez-se de forma rápida
. oposição dos lusitanos ao domínio estrangeiro.
. divisão em três províncias

- Organização da rede urbana no actual território português


Cidade greco-romano


. racionalidade no traçado dos arruamentos, daí a planta ortogonal.
. existência de edifícios públicos, sedes da vida religiosa, administrativa, cultural e comercial


- modelo urbanístico próprio de Roma

. fórum - cúria, basílica e templos – centro religioso, administrativo e comercial.
. teatro e anfi – teatro – como lugares de lazer e cultura
. circo.
. aquedutos
. os centros urbanos foram os locais privilegiados da romanização dos indígenas.
. as villas rústicas.


- Os agentes da romanização:

. As legiões portadores da cultura Romana.


. integração de hispânicos nos exércitos
. miscegenação


. os imigrantes romanos que durante a República, vieram para a Península Ibérica, atraídos pelas riquezas , a que se juntou, aos a conquista, uma imigração de elite – magistrados e funcionários.
- o latim

- O modelo de administração pública semelhantes em todo o Império


. o direito romano – válido para todos e estabelecia uma ordem.
. progressiva concessão do direito de cidadania.
- excelente rede de estradas e pontes.
embora para fins militares
.finalidade administrativa e essencial para o desenvolvimento económico.
- construções e urbanizações.


Metodologia:


Método expositivo
Método dedutivo
Método comparativo


Avaliação


Colectiva

Recursos:


Quadro
Alunos
Manual


Sumário


A Romanização da Península Ibérica.


Bibliografia:


- BORDET. M., Síntese da História de Roma, Porto, ASA, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa -América, 1993
- KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo 2006.
- STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Lição de 8 de Novembro de 2010

Competências a desenvolver:

Explicar a forma de organização de uma rede escola uniformizada no império romano

Linha de conteúdos:

A forma de organização da rede escolar uniformizada no Império Romana.
. Seguiu uma educação o mais completa possível em termos físicos e intelectuais tal como na Grécia
. Aos 7 anos os jovens iniciavam os seus estudos junto das escolas públicas situadas nos pórticos do Fórum e desenvolviam a sua actividade sob orientação de três mestres:
. O literator, que ensinava a ler, escrever e contar. E eram frequentadas por todas as crianças da cidade – que correspondia ao ensino primário.
-Nesta fase a escola era exigente utilizando castigos violentos as crianças que não cumpriam. De resto às crianças e os jovens, ensinavam a respeitar os mais velhos, venerar os deuses e a orgulharem-se de Roma e Império.
. O grammaticus – que aprofundava o estudo da língua, da literatura e da histórias pátrias, bem como a do cálculo e da geometria. As suas aulas eram praticamente frequentadas pelos rapazes e eram poucas as raparidas que chegavam a este nível – que correspondia ao ensino secundário.
. O rethor – que completava a formação intelectual, centrado na retórica e oratória – que corresponde ao ensino superior – permitia-lhes singrar na vida pública no âmbito da função pública e da vida política. Nas cidades gregas e helenísticas onde ensinavam os grandes mestres da matemática e filosofia.
A rede escolar era fundamental para assegurar a unificação cultural do Império e o Estado determinava que:
. As autoridades municipais deviam assegurar a criação de escolas e os seus custos.
Proteger e conceder privilégios aos professores em termos fiscais
Custeou a actividade de alguns gramáticos e retóricos, a fim de tornar o ensino gratuito.

Metodologia:

Método dedutivo
Método indutivo.
Método comparativo

Avaliação

Individualizada
Colectiva

Recursos

Alunos
Manual
Quadro

Sumário :

A rede escolar e a sua importância na unificação cultural do Império.

Bibliografia:

- BORDET. M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
- GLARSDINAS, O homem romano, Lisboa, Presença, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida em Roma na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993.
- KEMP, M.,História da Arte do Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Lição de 28 de Outubro de 2010

Competências a desenvolver:



- Analisar as principais características da tipologia do retrato na época Romana.
- Referir a função e as formas de representação do relevo romano.

-Linha de conteúdos:


- As principais características da tipologia do retrato na época Romana:
. o retrato, ligado ao culto dos mortos e à tradição de modelar as esfinges dos defuntos (carácter realista).
. Com a República e através das conquistas vão difundir o retrato do período clássico e helenístico, nomeadamente na representação do retrato e não na representação formal do nu clássico. (doc.24- p.100)

-Evolução do retrato:
. Na tradição etrusca as primeiras representações eram mascaras de cera de culto aos antepassadas passando a representações em mármore em que o homenageado surge representado com os bustos dos antepassados (retrato do patrício romano – p.101).
. O retrato - que traduzia as características fisionómicas ( de olhos, sobrancelhas), boca, cabelo e a barba) e as marcas do tempo e do sofrimento humano. (ex. Sila (chefe militar) e Adriano (filosofo).. A estátua – retrato – realizada com fins públicos, como a estátua de Augusto ( doc.4 –P.76), em que o imperador é nitidamente representado segundo a influência da escultura grega. O corpo de herói, mas seguindo as proporções e posições, determinadas por Policleto. Representa o Chefe e simultaneamente o Deus.
. A estátua equestre em que o imperador é representado a cavalo

- A função e as formas de representação do relevo romano:
. Fins ornamentais, comemorativos e narrativos ou histórico.
.O relevo ocupava :- estelas funerárias, túmulos, altares ( p.78 –doc.6), arcos triunfais ou colunas.

Vários exemplos:

.Aras Pacis – altar ricamente decorado para celebrar a paz. Destaca-se dois tipos de painéis os que apresentam elementos gregos, marcados pelo gosto pela idealização, proporção e perfeição, de temática vegetalista; e os painéis de matriz romana, sentido descritivo onde se verifica a idealização dos diferentes elementos da família real.

.Arcos de Triunfo - Exemplo de relevo comemorativo que consagra as vitórias dos imperador romanos (p.102. doc. B)

.Colunas – Relevo domina a arquitectura visto que esta, como forma de coluna é o suporte daquele (102 doc.A)

.Sarcófagos – Inicialmente caracterizado por um medalhão que representava o retrato de um defundo, mais tarde estão associados temas mitológicos e episódios à vida do morto.
Metodologia
Método dedutivo
Método comparativo
Avaliação
Colectiva
Recursos

Manual
Alunos

Quadro
Sumário

A escultura e o relevo na civilização romana.


Bibliografia:


-BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
-GLASRDINAS, A., O homem romano, Lisboa, Presença, 1991.
-GRIMMAL, P., A vida em Roma na Antiguidade, Mem Martin, Europa – América, 1993.
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Lição de 27 de Outubro de 2010.

Competências a desenvolver:



Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Explicar a importância do urbanismo no território imperial.


Linhas de conteúdos:


- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.


. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.


Roma afirmou-se como:

.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.
. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia
Metodologia:


Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.

Recursos:


Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75

Sumário:


A progressiva extensão de cidadania.A organização estrutural da cidade romana na época clássica.


Bibliografia:


CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Lição de 25 de Outubro de 2010

Competências a desenvolver:
- Explicar o funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
- Relacionar a consagração do poder imperial com a unidade do império romano.
- Relacionar o processo de consagração do poder imperial com a sua divinização.

Linha de conteúdos:


O funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.


. O senado: - assembleia extremamente respeitada, representava a própria Roma, as suas tradições e a sua continuidade. Embora os seus poderes pareçam limitados, o facto de ser uma assembleia de carácter permanente conferia-lhe uma enorme influência social e política.
.O número dos senadores foi variando fixando-se em 600. As suas funções eram de autorizar a cunhagem de moeda, controlar o tesouro e o desempenho dos magistrados. Decidia ainda matéria de guerra e paz, alianças e tratados e administração das províncias
. Os comícios: - assembleia de carácter popular, representavam o povo de Roma e constituíam a base da autoridade do Estado em pareceria com o Senado. Cabia-lhe a eleição dos magistrados e a votação das leis, propostas pelos magistrados.
. Os magistrados: - eleitos por um ano, asseguravam as mais variadas funções, desde o comando militar ao abastecimento da cidade. A sua progressão no âmbito das magistraturas tinha como objectivo a dignidade mais elevada cônsul.
.Esta organização pública permitiu em grande parte a ordem e a força necessária à conquista do seu vasto império. Porém a IaC., desencadeou-se uma profunda crise política, marcada por ferozes perseguições e sangrentas guerras civis.



A consagração do poder imperial com a unidade do império romano.


. A construção de um Estado forte e unificado, centralizando numa única pessoa todos os poderes, ocorreu em 27 aC. com a instituição do Estado Imperial, na pessoa de Octávio César Augusto.
. 40 - 38 aC., o Senado confiou a Octávio o império proconsular, em todo o território romano ou seja o título de imperador.
. 31 a ., Octávio conseguiu fazer-se eleger tribuno cônsul e princeps senatus, por esse título detinha a supremacia sobre o poder legislativo e a função de fazer cumprir as leis.
. 27 aC., O Senado reconheceu-lhe todos os títulos e cargos anteriormente obtidos, concedeu-lhe o poder de nomear os senadores e honrou-o com o título de augustus.
. 12. aC, recebeu o cargo do Pontifex Maximus controlando o poder sacerdotal e religioso.
. Octávio César Augusto, conseguiu para si, uma autonomia pessoal, absoluta e de carácter quase divino, o que originou o culto imperial


A divinização do soberano era uma tradição no Oriente helenístico e no Egipto.


. Na tradição romana era reconhecida natureza divina aos homens que realizavam grandes feitos.
. A paz e a ordem fundamental para a divinização de Octávio
. Este organizou, moderou e também aceito um culto
. Assistiu-se à construção de templos e altares no âmbito do culto imperial tanto nas províncias como em Roma.
. O culto de Roma e ao imperador normalmente associado foi importante para a unidade política.


Metodologia:


Método Interrogativo
Método dedutivo
Método comparativo


Avaliação


Individualizada


Recursos


Manual: Documentos nº 6 (p.78) e nº7 (79).


Alunos


Quadro


Sumário:


A divinização do poder imperial


Bibliografia:


CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, Lisboa, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o Império, Publicações Dom Queixote, Lisboa, 1993
GRIMMAL, P., A Civilização Romana, Ed.70, Lisboa,1998.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PHIJUOAN, UJ. (dir.), História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Lição de 22 de Outubro de 2010.

Competências

Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.

Explicar a importância do urbanismo no território imperial.




Linha de conteúdos:


- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.


. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria


. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.


. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.
Roma afirmou-se como:


.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses


. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.


. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia


Metodologia:

Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.

Avaliação


Dedutiva


Recursos:


Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75




Sumário:


A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.


Bibliografia:


CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Lição de 18 de Outubro de 2010

Competências a desenvolver:
- Explicar o funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.

- Relacionar a consagração do poder imperial com a unidade do império romano.
Linha de conteúdos:

O funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
. O senado: - assembleia extremamente respeitada, representava a própria Roma, as suas tradições e a sua continuidade. Embora os seus poderes pareçam limitados, o facto de ser uma assembleia de carácter permanente conferia-lhe uma enorme influência social e política.

O número dos senadores foi variando fixando-se em 600. As suas funções eram de autorizar a cunhagem de moeda, controlar o tesouro e o desempenho dos magistrados. Decidia ainda matéria de guerra e paz, alianças e tratados e administração das províncias

. Os comícios: - assembleia de carácter popular, representavam o povo de Roma e constituíam a base da autoridade do Estado em pareceria com o Senado. Cabia-lhe a eleição dos magistrados e a votação das leis, propostas pelos magistrados.

. Os magistrados: - eleitos por um ano, asseguravam as mais variadas funções, desde o comando militar ao abastecimento da cidade. A sua progressão no âmbito das magistraturas tinha como objectivo a dignidade mais elevada cônsul.

Esta organização pública permitiu em grande parte a ordem e a força necessária à conquista do seu vasto império. Porém a IaC., desencadeou-se uma profunda crise política, marcada por ferozes perseguições e sangrentas guerras civis.
A consagração do poder imperial com a unidade do império romano.:
. A construção de um Estado forte e unificado, centralizando numa única pessoa todos os poderes, ocorreu em 27 aC. com a instituição do Estado Imperial, na pessoa de Octávio César Augusto.

. 40 - 38 aC., o Senado confiou a Octávio o império proconsular, em todo o território romano ou seja o título de imperador.

. 31 a ., Octávio conseguiu fazer-se eleger tribuno cônsul e princeps senatus, por esse título detinha a supremacia sobre o poder legislativo e a função de fazer cumprir as leis.

. 27 aC., O Senado reconheceu-lhe todos os títulos e cargos anteriormente obtidos, concedeu-lhe o poder de nomear os senadores e honrou-o com o título de augustus.

. 12. aC, recebeu o cargo do Pontifex Maximus controlando o poder sacerdotal e religioso.

. Octávio César Augusto, conseguiu para si, uma autonomia pessoal, absoluta e de carácter quase divino, o que originou o culto imperial.
Metodologia:
- Método expositivo

-Método interrogativo
- Método dedutivo

Avaliação
-Individualizada
Recursos:
Manual:

- Quadro nº 3 , p.75.
- Documento nº5, p.77

Estratégia:

Leitura e interpretação do documento nº 5
Observação e comentário do Quadro nº4.

Sumário:

O regime republicano e a consagração do poder imperial com Octávio César Augusto.

Lição de 22 de Outubro de 2010.

Competências a desenvolver:



Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Explicar a importância do urbanismo no território imperial.

Linhas de conteúdos:


- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto


. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.

Roma afirmou-se como:


.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.


. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia

Metodologia:
Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.
Avaliação
Dedutiva
Recursos:
Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75


Sumário:


A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.


Bibliografia:


CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.





segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Liçõa de 11 de Outubro de 2010

Geografia do Império Romano


Roma capital do Império




Competências a desenvolver:


Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.

Linhas de conteúdos:


- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.

. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria

. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.

Roma afirmou-se como:

.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.

Dominadora:

.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.

Metodologia:

Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.

Avaliação

Dedutiva

Recursos:

Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75

Desenvolvimento:

O tempo de lectivo, inicia-se com uma breve consolidação sobre a escultura na Grécia Antigo. De seguida os alunos deverão identificar os elementos informativos que constituem o mapa inserido na figura um com a finalidade de explicar como Roma se converteu num Império. Na continuidade do tempo lectivo e a partir do documento número dois pretende-se que os educandos tenham a noção da importância da cidade no novo conceito de urbanismo que marca a civilização romana. Por último os alunos deverão visualizar o quadro sobre as instituições fundamentais da administração imperial no contexto do funcionamento político – administrativo a desenvolver na próxima aula, a presente deve terminar com a elaboração do sumário.

Sumário:

A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.

Bibliografia:

CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Lição de 7 de Outubro de 2010

Competências a desenvolver :
Caracterizar as principais características da Escultura na época Arcaica.
Linha de conteúdos:
- Escultura Arcaica:


. A beleza física ideal.
. A utilização do bronze e do mármore.


- Época Arcaica:


. A evolução: Kouros e a Koré.
.Ombros largos e anca estreita.
. Posição frontal e perna avançada.
.Barba e cabelo simplificado

Transição feita pelo Auriga.

Escultura Clássica:

.representação da mulhar adulta ( simboliza o amor).
.os seios desenvolvidas.
.onca larga.
.pernas torneadas
.joelho firmamente articulados.

Época Helenística

.favorece o realismo expressivo.
.representação dramática e teatral.
.figuras do quotodiano.
.representações esculturais.
.materiais utilizados frenquentemente o bronze e o mármore.




Metodologia


Método expositivo
Método Interrogativo


Avaliação


Individualizada


Recursos:
- Quadro
- Manual – p. 61 - fig.34.


Sumário:
A Escultua na Grécia Antiga.
Bibliografia:


FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988
BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972
KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000
PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.
VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.

Lição de 5 de Otubro de 2010

Competências a desenvolver :


Identificar os principais elementos artísticos da arquitectura no período Romano.


Linha de conteúdos:
A Arte Grega
- Arquitectura:
. As três ordens clássicas:

A Coluna: base, fuste e capitel.
Ordem arcaica - 600aC.
Ordem Clássica - VI aC.
Ordem Coríntia – Período Helenístico.
Tipologia da planta:
. Simples: - rectangular e circular.

Pronaos e Cella.
. O Pórtico.
. A Cobertura: - Entablamento = arquitrave+friso+frontão.
.Tímpano: tríglifos e métopas.


Metodologia

Método expositivo
Método Interrogativo
Avaliação

Individualizada
Recursos:
- Quadro
- Manual – p. 61 - fig.34.


Sumário:

Os principais elementos artísticos da arquitectura na Grécia Clássica.

Bibliografia:

FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988
BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972
KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000
PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.
VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Lição de 4 de Outubro de 2010l

Competências a desenvolver :



Reconhcer as principais etapas da educação na Grécia Clássica.


Linha de conteúdos:


1ª Etapa

. Aos 7 anos eram educadas pela mãe no gineceu.
. Os rapazes iam à escola onde recebianm a preparação para a cidadania.
.O currículo era centrado: na escrita, leitura e poemas clássicos.
.Iniciava-se a preparação física para a defesa da polis.

2ª Etapa – 15 anos

. A formação cívica e física concentrava-se no exercício físico nos ginásios.
. A aprendizagem com vista à sabedoria completava-se na procura da sabedoria ( Matemática e Filosofia).

3º Etapa –

. Aos 18 anos, pertencia ao grupo dos efebos , devendo cumprir um serviço militar de dois anos, findo o qual eram considerados cidadãos em pleno dos seus direitos civis e políticos.

. A educação cívica completava-se com a sua participação nas assembleias, no exercício das magistraturas e os debates na agora.

A partir do séc. V a formação dos cidadãos integrava o desenvolvimento do espírito crítico e a facilidade de expressão.

. Este saber era difundido pelos Sofistas, que eram objectivo de crítica porque eram pagos.
Método expositivo

Método Interrogativo

Avaliação

Individualizada

Recursos:

- Quadro

- Manual – p. 61 - fig.34.

Sumário:

As principais etapas  na Grécia Clássica.

Bibliografia:

FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988

BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972

KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000

PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.

VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

30 de Setembro de 2010

Competências a desenvolver:

- Identificar as características das festas das Grandes Panateneias.
- Explicar a importância dos Jogos Olímpicos na Grécia Clássica.

Linha de conteúdos:


As grandes manifestações cívico – religiosas na Antiga Grécia:

1 - As festas das Grandes Panateneias.
- decorriam durante seis dias toda a população
- realizavam-se todos os anos , mas em cada quatro anos, denominavam-se as Grandes Panateneias
- nessa ocasião se desenrolava a celebre procissão das Panateneias [era nessa ocasião que os jovens sacrificavam num altar os animais/as raparigas levavam um vês especial tecido pelas deusas
- incluíam também orações e concursos literários, atléticos e musicais.


2 – Os Jogos Oímpicos

- 4 em 4 anos – em Olímpia em honra de Zeus, Héracles ( heroí que lhes deu nome) e Pélops (1ºvencedor).
-antes da competição- “tréguas sagradas” –prisão com armas nos Jogos
- as raparigas solteiras podiam assistir aos jogos
- Integrava as cerimónias religiosas celebradas no templo de Zeus
- Incluía uma série de provas desportivas: Luta, Pugilato, a Corrida e as provas equestres.
- A coroa de louros era atribuída ao vencedor
-realizaram-se entre 776ac. E 393 a – retomados na era moderna em 1896

3 – Jogos Nemeus.

-celebrados em honra de Delfos
-realizavam-se 4 em 4 anos - começaram por ser apenas concursos musicais
- Jogos Nemeus [ em honra de Zeus] e Istímicos [ em honra de Poseidom]

A religião tinha um importante carácter social : cultos [ privados] e cultos cívícos

4-Teatro

-O teatro nasceu – das festas em honra Dionísio - durante seis dias
- Espaço organizado em três áreas distintas: o palco, a orquestra e bancadas.
- no séc.V a.c.- era acima de tudo uma celebração religiosa de certa severidade [temas : lendas dos deuses e heróis]
- coros e danças – homenageava o deus- representações dramáticas
A Tragédia [carácter moralizador subordinando o homem aos deuses e seus desígnios ] –
Principais poetas: Esquilo, Sófoles e Eurípides.

A comédia [incitava ao riso e à boa disposição sem, no entanto valorizar os objectivos moralizadores – crítica o comportamento dos políticos e no modo satírico como critica o comportamento dos políticos e as correntes intelectuais e culturais do seu tempo ].

Principal poeta: Aristófenes.

Função de Jogos: - Evitar o antagonismo e ódio, pelo contrário procuravam promover o convívio entre os homens e cidades pan - helénica.

Estratégia:

Leitura e interpretação de documentos do Manual.

Recursos:

Manual
Quadro


Metodologia:

Método Expositivo.
Método Dedutivo.
Método Comparativo.

Avaliação

Colectiva

Sumário:

As grandes manifestações cívico-religiosas na Antiga Grécia.





Bibliografia:



FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.

FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.

FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70, 1997.

GRIMAL.P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.

HOUSER, A., História Social da Arte e Cultura, Lisboa, Veja, 1980.

30 de Setembro de 2011

Competências a desenvolver:
Reconhecer os principais limites à participação democrática na polis ateniense.
Linha de conteúdos:-


Os principais limitem à participação democrática na polis ateniense:
- O nº de cidadãos que gozavam de plenos direitos não ultrapassava os 10 %.
- Entre os habitantes que estavam excluídos da vida política contava-se:


As mulheres:

- Embora respeitadas tinham uma liberdade restrita.
- Não participavam na vida política e urbana.
- Estavam limitadas ao lar [ gineceu], aposentos privados.
- Dedicava-se á educação dos filhos e às tarefas domésticas.
- Estavam sobre a tutela do marido ou do irmã mais velho


Os metecos:

- Eram estrangeiros e apesar do seu papel na vida económica não tinham direitos políticos.


Os escravos:
- Eram cerca de metade da população ateniense.
-Não tinham personalidade júridica.
- Antigos prisioneiros de guerra.
- Garantiam a vida e o bem estar da população.
- Libertavam os cidadãos para os seus negócios.


As normas reguladoras da democracia incluíam o ostracismo e a pena de ordem, para os cidadãos que prejudicassem o funcionamento do sistema democrático. O sorteio, a rotatividade dos cargos e a demagogia, acabaram por em determinados momentos por se afirmarem como obstáculos ao regime.

Estratégia:-
Leitura e interpretação de documentos do manual – nº16, 17, 19
Metodologia:

Método Expositivo.

Método Dedutivo.

Método Interrogativo

Método Comparativo.


Avaliação

Individualizada

Sumário:-
Os principais limites à participação democrática na Grécia Clássica.
Bibliografia:-

FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.
FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edição 70, 1988.
FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70,1997.
GRIMAL, P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.
HOUSER, A., História Social da Arte e da Cultura, Lisboa, Veja, 1980.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

28 de Setembro de 2011

Competências a desenvolver:

- Explicar o papel dos principais reformadores na consolidação da democracia na Grécia Clássica.
- Analisar o sistema democrático na Grécia Clássica.
- Identificar os principais órgãos do governo de Atenas no regime democrático.

Linha de conteúdos: -


O papel dos principais reformadores no processo de consolidação da democracia na Grécia Clássica.
- As reformas de Sólon – arconte 594 aC., acabou com a escravização por dúvidas e reconheceu a todos os cidadãos da Ática o direito de cidadania. Embora as principais magistraturas da cidade continuassem reservadas aos aristocratas, a Assembleia abria-se a todos os cidadãos.
- As reformas de Clístenes, considerado o fundador da democracia ateniense, instituiu o sistema decimal que serviria de base ao funcionamento das instituições. Reorganizou, para isso, o território ático, dividindo em 10 tribos subdivididas, por sua vez 10 demos. Qualquer que fosse a sua origem ou fortuna todos pertenciam ao demo que habitavam. Destas circunscrições sairiam os cidadãos que governavam a cidade. Com base na demo e no princípio da igualdade dos cidadãos que aí habitavam, surgia noção do novo regime a democracia.
- As reformas Péricles, defendeu a participação democrática e instituiu o princípio da democracia e directa. Diminui o papel da aristocracia do Aerópago e estabeleceu o recrutamento para cargos militares e políticas a todos os indivíduos de todos as classes.

O sistema democrático na Grécia Clássica.
Uma democracia – isto é a soberania partilhada por todos os cidadãos
. o seu exercício era feito de forma directa – o governo era exercido pelos próprios cidadãos
. cidadão eram apenas os homens livres, filhos de pai e mãe inscritos na sua demos
Por vezes a título excepcional era concedido a um estrangeiro
. não havia distinção, profissão, riqueza ou grau de instrução
. através de eleições ou sorteios, eram eleitos de forma temporária ( geralmente anuais e rotativos)

A partir do séc. V e IV ac exerciam a cidadania no âmbito das instituições e órgãos de poder consignados na Constituição de Atenas


Os cargos políticos eram inadiáveis e não remunerados.
Os direitos do cidadão : - isonomia – igualdade perante a lei
Isocracia - igualdade de acesso aos cargos políticos
Isegoria – igual direito de todos a palavra

. Imperfeita – não tinham acesso as mulheres, os estrangeiros e escravos

Principais órgãos de governo de Atenas no regime democrático.


1. Poder Legislativo
Bulé ou Conselho dos 500 ………………………. 50X10 Tribos (sorteio)
Prepara os projectos de lei
Toma decisões correntes


ECLÉSIA [ partilha com a bulé o poder legislativo ]
vota leis, a guerra e ostracismo [ deixava a cidade por 10 anos]
Assembleia de todos os cidadãos – sorteio e eleição anual


2. Poder judicial


HELIASTAS ou TRIBUNAL POPULAR…… 600X10=6000
Julga maior parte dos processos


AEROPAGO
. crimes por homicídio, envenenamento e incêndio …………constituídos antigos arcontes


3. Poder executivo.


ESTRATEGOS ………. Poder executivo………………….ARCONTES
Funções militares presidem aos tribunais
Exercem funções religiosas
Verificar as leis
Eleição sorteio

Pré –requisitos:-
- Democracia Antiga
- Escravo
- Meteco

Estratégias:-
- Leitura e interpretação de documentos do manual.
Metodologia:-
- Método dedutivo.
- Método indutivo
Avaliação

Colectiva
Recursos:-

Documentos do Manual nºs 8, 9 e 10
Sumário: -


Os principais reformadores e a evolução do regime democrático em Atenas.
Bibliografia:-

FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.
FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.
FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70, 1997.
GRIMAL, P., O Cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.
HOUSER, A., História Social da Arte e da Cultura, Lisboa, Veja, 1989.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

23 de Setembro de 2011

Competência:

Os principais elementos da polis Grega:


- duas partes fundamentais: parte alta e a parte baixa
- inicialmente a polis organizou-se na parte alta [ acrópele] – função defesa
- sendo o centro da vida religiosa e política
- residência dos nobres e bem como centro da vida religiosa
- mais tarde, situação de Paz

- surge Ágora – praça Pública [ mercado]

- acrópele torna-se culto – ofertas aos deuses e procissões
- localizada na parte mais baixa era o centro da vida política, económica e social.
- tribunal –justiça
- circo e teatros
- fontes
- templos
- limitada por muralhas
Pré-requisitos:-
Polis
Ágora
Cidadão

Estrtatégias:-

Leitura e interpretação de textos.

Metodologia:-

-Método dedutivo.
-Método interrogativo.
-Método expositivo.

Avaliação

Individualizada

Recursos:-

-Documentos do Manual: 4 (p.26) e 6 (p.29).

Sumário:-

Os Principais elementos da polis Grega.

Bibliografia:-

AMOURETTI, M., O Mundo Grego Antigo dos Palácios de Creta à Conquista de Roma, Lisboa, D. Quixote, 1993.
FERREIRA, J.R.,A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva,1990.
FINELY,M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.
FINELY,M., Política no Mundo Antigo, Lisboa, Edições 70, 1997.
GRIMAL,P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1989.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

22 de Setembro de 2011


Competências a desenvolver:-

- Explicar o modo de organização cívica e política na Grécia Antiga.

Linha de conteúdos:-

- Características do território marcado pela diversidadade:
.Grécia Continental
.Grécia Insular
.Grécia Asiática





. Adversidade do território estava determinada pelo carácter montanhoso e insular que caracteriza todo o seu espaco territorial. 

.O modo de organização cívica e política na Grécia Antiga.
- multiplicidade de polis ou cidade de estado [ pelo seu extenso território]
- Numero de cidadãos reduzido – 400.000 [ Atenas + populosa ] .

- A capacidade de governo depende da relação entre o território e a população. [ Ideal da autarcia]

- Corpo cívico reduzido nem todos eram cidadãos [ não incluía escravos e estrangeiros ]

- Aos cidadãos – conduziam a vida política, legislativa [leis, e cerimónias religiosas]

- Capacidade de defesa.


Recursos:-

-Documentos do Manual:
.Observação do Mapa - doc nº1 - A Grécia Antiga,
-Doc nº2 - Quadro - " Território e corpo cívico de algumas pólis gregas (Século V)"
-Doc nº3 - "A Importância da Lei.


Observação:

Parte do tempo lectivo incidiu sobre o conceito de fontes e ciências auxiliares da história, iniciado no tempo lectivo anterior.
Sumário:-

O modo de organização  e política da Grécia Clássica

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

21 de Setembro de 2011

16 de Setembro de 2010 /Turma 10 G


Competências a desenvolver:

- Explicar o conceito de tempo segundo a periodização.
- Enumerar as várias tipologias de documentos.
- Identificar as principais ciências auxiliares da história.


Linha de conteúdos:

História Tradicional

- Valoriza a ordenação do tempo.
- Fixando essa ordenação do tempo por acontecimentos históricos
- Obedecendo a convenções e a regras – O Facto Histórico.

A Periodização Tradicional

- Divisão do tempo em períodos mais ou menos longos:
- Define por estapas segundo criterios difinidos pela propia cronología.
Exemplo

- O tempo segundo a periodização universal:Antiguidade Clássica (divisão) [ 395]; Idade Média [ 476dc. (queda do Império Romano do Ocidente – 1453 queda do Império Romano do Oriente]; Idade Moderna [1453 -1789(Revolução )] e Idade Contemporânea [1789 …. Até aos nossos dias]

História Nova

-Determina novos conceitos de tempo:

. Tempo Breve – mas não necesariamente o facto histórico.
.Tempo Médio – corresponde à conjuntura ( períodos de 5 a 10 anos, característica da Economia).
. Tempo Longo – corresponde à estrutura ( pode inclusivé durar séculos, exemplo a Mentalidade).

Conceiro de fonte:

Todos os vestigios que testemunham a presença de seres humanos de épocas pasadas em determinados locais ou seja, as fontes históricas, não são mais que os vestigios que testemunham a presença, as actividades, as ideias e as crenças dos seres humanos de outras épocas, posssibilitando aos historiadores construir o conhecimento sobre a humanidade nessas épocas.

Fontes históricas

Fontes primárias:

. Orais :

- testemunhos de pessoas vivas ou lendas
Fontes secundárias:

. Investigações dos historiadores

-Contribuição de outras ciências auxiliares:
- Paleografia, economía, antropología, numismática, socoliogia ou a arqueologia
.Fontes  não escritas:

-utensílios da civilização material.
-monumentos.
-restos arqueológicos.
-obras de arte.
-fotografias.

. Fontes Escritas

-cartas.
-diarios.
-leis.
-obras literárias.
-jornais.
-anúncios.
-inscrições


Estratégias:-

- Leitura e Observação dos documentos do Manual, nº1 e nº2.

- Observação e comentario de um documento, de uma fotografía, de um postal, de anúncio e de uma carta.


Metodologia:

- Método dedutivo.

- Método interrogativo.
Avaliação
Individualizada

Recursos

- Manual, p. 19/20: Documentos nº1,2,3 e 4. [documento,carta,foto,moeda, publicidade ]

Sumário:-

A cronologia.A Periodização.Noção de tempo histórico e fonte-

Bibliografia

DUBY, G., História Continua, Porto, Asa, 1992.
FURRET, F., A oficina da História, Lisboa, Gradiva s.d.
MATTOSO, J., A escrita da História, Lisboa, Presença, 1998.
ROLDÃO, M.C., Gostar de História: um desafio Pedagógico, Lisboa, Texto Editora, 1998.
TORGAL, L., História e Ideologia, Coimbra, Minerva, 1998.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

1º Lição - 15 de Setembro de 2010



Objectivo Geral:

 

Explicar a importância da disciplina de História no contexto do currículo da área das humanidades.

Desenvolvimento:


O tempo lectivo iniciou-se com a apresentação do professor aos alunos e vice-versa. Na continuidade da prática lectiva, o docente referiu-se ao modo de organização dos tempos lectivos, assim como aos meios e métodos e práticas de avaliação. Provas de avaliação : 19 de Outubro e 6 de Dezembro. Finalmente referiu-se à linha de conteúdos que orientará o programa do 10ºano de escolaridade.


Sumário: Apresentação.Considerações sobre a linha de conteúdos da disciplina de História.Critérios de avaliação e marcação dos momentos de avaliação.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ano lectivo de 2010 - 2011

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Fim das actividades lectivas ano lectivo de 2009/2010 - 11ºano de escolaridade

Consolidação de conhecimentos de 28 Maio a 7 de Junho.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Lição de 25 de Maio de 2010

Competências


- Referir os principais factores que contribuíram para a monarquia constitucional.


Linha de conteúdos:


. A crise do rotativismo partidário na segunda metade do séc. XIX:
. Alternância política (Regenerador e Progressista).
. Os políticos não resolviam as questões políticas.
. O rei não era capaz de arbitrar os conflitos dos partidos políticos.
. A questão do ultimato inglês:
. O Ultimato determinou: - a cedência perante a pressão inglesa/ insultou o orgulho nacional.
. Revolta do 31 de Janeiro
. crise económica e rescaldo do Ultimato Inglês.
. A queda da Monarquia em 5 de Outubro de 1910.
. ditadura de João Franco (1907) – dissolveu o Parlamento.
. gastos excessivos da Coroa


Método:


Interrogativo
Dedutivo

Recursos:


Alunos.


Manual (doc nº 17/p,140); (doc.B/p. 142) .


Doc. 21-p.145.


Sumário


A Revolução dos transportes e a actividade produtiva.


Bibliografia:


Carpintier, J., e LEBRUN. F., (1993), História da Europa, Lisboa, Editorial Estampa.
DREYFUS, F-J. e outros, (1996) História da Europa, Vol.3 .. Publicações Europa - América
HAZARD, P. (1989), O Pensamento Europeu no séc. XVIII, Lisboa, Editorial Presença
HOBSBAWN, EJ, 1992), A Era das Revoluções, Lisboa, Editorial Presença.
MATTOSO, J., História de Portugal (Vol.V e VI), Lisboa, Clássica Editores, sd.
PEREIRA, Miriam Helpen (1972), Livre –Câmbio e Desenvolvimento Económico, Lisboa, Cosmos.
SANTOS, F. (1995) Geografia e Revolução de 1820, Men Martins, pub. Europa-América

terça-feira, 18 de maio de 2010

Lição de 18 de Maio de 2010

Competências
- Explicar a importância da “Regeneração” no Portugal Contemporâneo
- Relacionar a Revolução dos Transportes com a dinamização da actividade produtiva.
Linha de conteúdos:
A Regeneração no Portugal Contemporâneo:
. Etapa política instaurada após o Golpe de Estado do Marechal Saldanha.
. Pretendia o progresso material do País, com o fomento do capitalismo aplicado às actividades económicas.
.Recuperar o atraso económico com base em infra- estruturas: estradas, portos, pontes, caminhos-de-ferro, telégrafo e telefones.
.Três objectivos:
- criação de um mercado interno.
-incremento agrícola e industrial.
-alargamento da relação Portugal/Espanha.
A Revolução dos Transportes:
- Esperava-se uma política de instalação dos meios transportes e comunicações que levasse a todo o País.
- Apostou-se na na construção e expansão rodoviária.
- Constroem-se infraestruturas como: pontes e portos
Livre – Cambismo.
- O fomento económico assentou numa doutrina livre cambist, expressa numa pauta alfandegária.
- Só a entrada de matérias-primas a baixo preço poderia favorecer à produção portuguesa.
- Diminuição das tarifas contribuíram para a redução do contrabando.
Método:
Interrogativo
Dedutivo
Trabalho de Pares
Recursos:
Alunos.
Manual (doc nº 1/p,122); (doc.3/124) e Mapa B (P.124).
Doc. 5-p.127.
Sumário
A Revolução dos transportes e a actividade produtiva.
Bibliografia:
Carpintier, J., e LEBRUN. F., (1993), História da Europa, Lisboa, Editorial Estampa.
DREYFUS, F-J. e outros, (1996) História da Europa, Vol.3 .. Publicações Europa - América
HAZARD, P. (1989), O Pensamento Europeu no séc. XVIII, Lisboa, Editorial Presença
HOBSBAWN, EJ, 1992), A Era das Revoluções, Lisboa, Editorial Presença.
MATTOSO, J., História de Portugal (Vol.V e VI), Lisboa, Clássica Editores, sd.
PEREIRA, Miriam Helpen (1972), Livre –Cãmbio e Desenvolvimento Económico, Lisboa, Cosmos.
SANTOS, F. (1995) Geografia e Revolução de 1820, Men Martins, pub. Europa-América

sexta-feira, 14 de maio de 2010

12 de Maio de 2010

Competências



-Relacionar o triunfo do liberalismo com a consolidação das características do Estado Liberal na Europa.


- Relacionar a existência de impérios autoritários com ao triunfo do nacionalismos no Ocidente.


Linha de conteúdos:


-Consolidação das características do Estado Liberal na Europa:


. Consolidação do estado liberal determinou:


.eliminação dos regimes liberais.


. novos sistemas políticos e regimes: monarquia constitucional e república


. Os vários tipos de sufrágio.


Os impérios autoritários e o triunfo do nacionalismo:


Estados autoritários:


. Itália, Russo, Austria –Hungria e Otomano.


Movimentos nacionalistas :


determinaram a unificação da :


.Itália em 1861 com Garibaldi


.Alemanha em 1871 com Brismark
Método:
Interrogativo
Recursos:


Alunos.
Manual (doc nº 1/98). (doc nº6/103)


Figura. 99


Quadro 5 – p.103


Sumário
A Expansão urbana. O fenómeno emigratório na época contemporânea.


Bibliografia:


Carpintier, J., e LEBRUN. F., (1993), História da Europa, Lisboa, Editorial Estampa.
DREYFUS, F-J. e outros, (1996) História da Europa, Vol.3 .. Publicações Europa - América
HAZARD, P. (1989), O Pensamento Europeu no séc. XVIII, Lisboa, Editorial Presença
HOBSBAWN, EJ, 1992), A Era das Revoluções, Lisboa, Editorial Presença.
SÁ, V., (1987) Introdução ao Liberalismo, Lisboa, Horizonte.
SANTOS, F. (1995) Geografia e Revolução de 1820, Men Martins, pub. Europa-América

Lição de 11 de Maio de 2010

Competências



Referir as condições do operariado na época da Revolução Liberal.
Explicar os principais momentos de referência do movimento operário internacional.

Linha de conteúdos:


- As condições do operariado na época da revolução Industrial:
. elevado risco de trabalho e doença.
. ausência de medidas de apoio social.
. ausência de redes de solidariedade de apoio às famílias (álcool, doença e prostituição).
. pobreza extrema e todos os problemas a estes associados
. habitação precária


- Os principais momentos de referência do movimento operário internacional:


. Os primeiras associações operárias tem uma dimensão filantrópica .


. As primeiras revindicações centram-se no horário de trabalho, descanso semanal e apoio na doença, velhice e acidentes de trabalho.
. Da clandestinidade ao surto grevista
. 1º Maio de 1886 – Dia Internacional do Trabalhador.
. As internacionais e o papel da internacionalização do poder do operariado.




Metodologia


Interrogativo
Dedutivo


Recursos:


Alunos.
Manual (doc nº20/p.78, Documento nº21/p.80.


Sumário


As condições do operariado na época da Revolução Industrial.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Lição de 5 de Maio de 2010

Competências


Caracterização da Sociedade Oitocentista: a Alta Burguesia e as Classes Médias.


Linha de conteúdos:


-Elementos caracterizadores:
. Iguais perante a lei
. distinção pelo dinheiro.


1.- Alta Burguesia


. controlo dos pontos chaves da economia (bancos, transportes e indústrias).
. nível de comportamentos próximos da aristocracia.

- Valores burgueses


. trabalho, poupança e família.


2.- Classes Médias:


. Profissão não dependente de esforço físico.
. Empregados comerciais ( nos transportes e comércio) .
. Profissões liberais
.Seguem os valores burgueses e conservadores.


Metodologia


Interrogativo


Dedutivo
Recursos:


Alunos.
Manual (doc nºb/p.69, Documento nº13/p.70; Quadro –p.72).
Sumário
Características gerais da Sociedade Oitocentista


Bibliografia:


Carpintier, J., e LEBRUN. F., (1993), História da Europa, Lisboa, Editorial Estampa.
DREYFUS, F-J. e outros, (1996) História da Europa, Vol.3 .. Publicações Europa - América
HAZARD, P. (1989), O Pensamento Europeu no séc. XVIII, Lisboa, Editorial Presença
HOBSBAWN, EJ, 1992), A Era das Revoluções, Lisboa, Editorial Presença.
SÁ, V., (1987) Introdução ao Liberalismo, Lisboa, Horizonte.
SANTOS, F. (1995) Geografia e Revolução de 1820, Men Martins, pub. Europa-América

Lição de 4 de Maio de 2010

Competências

Referir os principais indicadores do fenómeno emigratório na época contemporânea.
Linha de conteúdos:


. O fenómeno emigratório na época contemporânea:

. O desenvolvimento dos transportes favoreceu a baixa de preços dos transportes.

. O desemprego rural (países mais desenvolvidos) e os maus anos agrícolas (fomes).

. O desemprego tecnológico, uma vez que nos países menos industrializados o emprego não estava assegurada.

. As perseguições políticas e religiosas.

. A idealização dos países de destino, como espaço de promoção social e tolerância.


. A pressão institucional que promovia políticas de deslocação populacional.



Método:

Interrogativo


Recursos:
Alunos.

Manual (doc nºc/p.63.

Sumário

A Expansão urbana. O fenómeno emigratório na época contemporânea.

Bibliografia:

Carpintier, J., e LEBRUN. F., (1993), História da Europa, Lisboa, Editorial Estampa.
DREYFUS, F-J. e outros, (1996) História da Europa, Vol.3 .. Publicações Europa - América
HAZARD, P. (1989), O Pensamento Europeu no séc. XVIII, Lisboa, Editorial Presença
HOBSBAWN, EJ, 1992), A Era das Revoluções, Lisboa, Editorial Presença.
SÁ, V., (1987) Introdução ao Liberalismo, Lisboa, Horizonte.
SANTOS, F. (1995) Geografia e Revolução de 1820, Men Martins, pub. Europa-América

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Lição de 27 de Abril de 2010

Competências:



Caracterizar a explosão populacional do séc. XIX no Ocidente.
Relacionar a expansão urbana com o novo urbanismo oitocentista.


Linha de conteúdos:


A explosão populacional do séc. XIX no Ocidente:
. Crescimento rápido e acentuado na Europa Industrializada.
. Recuo da mortalidade, declínio da mortalidade e descida da idade do casamento.
.aumento de esperança média de vida devido:
- melhores cuidados médicos.
-maior abundância de bens alimentares.
-investimento social e afectivo na criança.
- progresso na higiene individual.


Factores de atracção do crescimento oitocentista:


- êxodo rural – as alterações agrícolas determinou a atracção pela cidade.
-emigração – para novas áreas, ex. para continente americano.
- crescimento dos sectores secundário e industrial.


A expansão urbana e o novo urbanismo oitocentista:


- nova organização do espaço urbano (surgem os arranhas céus).
- desaparecimento das antigas muralhas.
- define-se novas avenidas e criação de novas infra-estruturas.
- estabelecimento de redes de transportes.
- projecção de espaços de lazer


- Novos problemas sociais: -marginalidade


Método:


.Dedutivo.
.Comparativo


Recursos:


Alunos.


Manual (doc nº D, p.51 e doc nºC , P.55 e Doc nº4/p.56).






Sumário


A Expansão urbana. O novo urbanismo Oitocentista.

Bibliografia:


Carpintier, J., e LEBRUN. F., (1993), História da Europa, Lisboa, Editorial Estampa.
DREYFUS, F-J. e outros, (1996) História da Europa, Vol.3 .. Publicações Europa - América
HAZARD, P. (1989), O Pensamento Europeu no séc. XVIII, Lisboa, Editorial Presença
HOBSBAWN, EJ, 1992), A Era das Revoluções, Lisboa, Editorial Presença.
SÁ, V., (1987) Introdução ao Liberalismo, Lisboa, Horizonte.
SANTOS, F. (1995) Geografia e Revolução de 1820, Men Martins, pub. Europa-América

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Proposta de correcção e resultados.

Grupo 1

1.

Comentário deve demonstrar que a Revolução Francesa e as Liberais, tiveram consequências na América Latina. Quebrando-se os laços de dominação entre as metrópoles e as colónias. No caso de Portugal foi a própria revolução liberal de 1820 que facilitou esse processo. Nessa perspectiva a geografia do continente sul-americano foi o resultado da emancipação das antigas colónias que se tornaram estados dominantes.

2.

Princípios fundamentais:

. Direito à liberdade e à segurança; direito à propriedade privada.; liberdade de pensamento.;igualdade perante a lei; soberania residia na nação.;separação do princípio de poderes; direito de voto (com reservas); Parlamentarismo

3.

A conjuntura, política, económica e social resultante das invasões francesas.
Situação Política
- Família Real desloca-se para o Brasil
- Descrédito da Monarquia Absoluto.
- Conspiração de 1817 e execução de Gomes Freire de Andrade.
Situação Económica:
- As invasões determinaram a destruição material desorganização económica.
- Situação do Brasil como capital do reino.
- Abertura dos portos brasileiros aos ingleses
- 1810 – Tratado do Comércio da Inglaterra, favorece a entrada de manufactura
Inglesa.



4.

Referência

.Às invasões francesas e deslocação da família real para o Brasil e tratado de comércio (1810) com a Inglaterra.
A questão do Brasil:
O descontentamento dos brasileiros:
- Exigência do regresso do príncipe regente D. Pedro.
- Dependência do comércio colonial à metrópole.
- Os poderes militares e judiciais dependentes de Lisboa.
- 1822 – Independência do Brasil.
- Perda colónia.
- Descontentamento social.
- Perda de rendimentos da burguesia comercial e da industrial

Foi um dos objectivos Ada Revolução de 1820:
Libertar a Pátria dos culpados.
. Recusa do absolutismo.
. Restauração da monarquia com glória e prestígio.
. Libertação da Pátria do domínio Inglês.
.Termina com a dominação inglesa.
. Notificação do rei de D. João VI e exigência

Grupo 2

1.

O conceito de Segunda Revolução Industrial deve centrar-se sobretudo na cronologia, no emprego de várias formas de energia e na tipologia de inventos/investigação.

. Segunda metade do séc. XIX.
. Mais tarde em certas regiões da Europa, Estados Unidos e Japão.
. Ritmos de industrialização diferenciados.
- Conjunto de transformações rápidas favorecidas como novas fontes de energia:
. Petróleo/electricidade.
. Siderurgia e química.
- Novos inventos: motor de explosão e electricidade.
. Investigação e desenvolvimento de novas tecnologias que traduziram no aumento produção, diminuição de custos e aumento lucros.

2.

A questão deve abordar as conquistas proporcionadas pela Revolução dos Transportes, nomeadamente as que foram proporcionadas pelo desenvolvimento do caminho de ferro.
- Consequências da Segunda Revolução Industrial a dos Transportes.
- Novos inventos:
. Comboio a vapor e eléctrico.
. Metropolitano.
. Carro eléctrico.
. Avião e bicicleta.
- Consequências:
. Encurtou a distância e favoreceu a rapidez.
.Criou emprego
. Revolucionou e ampliou o comércio internacional.
. Movimento da população intercontinental.

3.

A resposta deve deixar que a industrialização, ocorreu em diferentes momentos e como resultado de diferentes circunstâncias que condicionaram o seu arranque. Nesse contexto deve ser mencionado as particularidades de cada potência industrial.
Os ritmos e os particularismos da industrialização das potências industriais:
.França - apesar de ter sido a segunda nação a industrializar-se, carecia de matéria-prima e a sua revolução assentou na electricidade e na produção industrial.
Alemanha - etapa de arranque em meados do séc. XIX, construção do caminho-de-ferro, unificação do território e a existência do carvão em abundância.
Estados Unidos - território rico em algodão, lã e petróleo; energia eléctrica (quedas de água); arranque industrial viria a destrona a indústria automóvel.
Japão - Intervenção imperador do Mutsu-Hito, apoiou a produção industrial (seda, construção naval e siderurgia). Seguiu os modelos ocidentais e abriu o comércio ao exterior. O crescimento demográfico intenso forneceu a mão-de-obra necessária à indústria e favoreceu o aumento de consumidores.
Noção de diferentes estados de desenvolvimento, na Europa e no Mundo e mesmo em regiões industrializadas.
 
 
Resultados: nº1 (10); nº2 (12); nº3 (12); nº4(12): nº5 ( 6 ); nº 6 (16) ; nº7 ( 5 ); nº8 (10); nº 9 (14) ; nº 10(10); nº11(11); nº12(2) ; nº13 (10); nº14(9); nº15 (8) ; nº17 (9); nº23 (9); nº28 ( 8).