sexta-feira, 30 de abril de 2010

Proposta de correcção e resultados.

Grupo 1

1.

Comentário deve demonstrar que a Revolução Francesa e as Liberais, tiveram consequências na América Latina. Quebrando-se os laços de dominação entre as metrópoles e as colónias. No caso de Portugal foi a própria revolução liberal de 1820 que facilitou esse processo. Nessa perspectiva a geografia do continente sul-americano foi o resultado da emancipação das antigas colónias que se tornaram estados dominantes.

2.

Princípios fundamentais:

. Direito à liberdade e à segurança; direito à propriedade privada.; liberdade de pensamento.;igualdade perante a lei; soberania residia na nação.;separação do princípio de poderes; direito de voto (com reservas); Parlamentarismo

3.

A conjuntura, política, económica e social resultante das invasões francesas.
Situação Política
- Família Real desloca-se para o Brasil
- Descrédito da Monarquia Absoluto.
- Conspiração de 1817 e execução de Gomes Freire de Andrade.
Situação Económica:
- As invasões determinaram a destruição material desorganização económica.
- Situação do Brasil como capital do reino.
- Abertura dos portos brasileiros aos ingleses
- 1810 – Tratado do Comércio da Inglaterra, favorece a entrada de manufactura
Inglesa.



4.

Referência

.Às invasões francesas e deslocação da família real para o Brasil e tratado de comércio (1810) com a Inglaterra.
A questão do Brasil:
O descontentamento dos brasileiros:
- Exigência do regresso do príncipe regente D. Pedro.
- Dependência do comércio colonial à metrópole.
- Os poderes militares e judiciais dependentes de Lisboa.
- 1822 – Independência do Brasil.
- Perda colónia.
- Descontentamento social.
- Perda de rendimentos da burguesia comercial e da industrial

Foi um dos objectivos Ada Revolução de 1820:
Libertar a Pátria dos culpados.
. Recusa do absolutismo.
. Restauração da monarquia com glória e prestígio.
. Libertação da Pátria do domínio Inglês.
.Termina com a dominação inglesa.
. Notificação do rei de D. João VI e exigência

Grupo 2

1.

O conceito de Segunda Revolução Industrial deve centrar-se sobretudo na cronologia, no emprego de várias formas de energia e na tipologia de inventos/investigação.

. Segunda metade do séc. XIX.
. Mais tarde em certas regiões da Europa, Estados Unidos e Japão.
. Ritmos de industrialização diferenciados.
- Conjunto de transformações rápidas favorecidas como novas fontes de energia:
. Petróleo/electricidade.
. Siderurgia e química.
- Novos inventos: motor de explosão e electricidade.
. Investigação e desenvolvimento de novas tecnologias que traduziram no aumento produção, diminuição de custos e aumento lucros.

2.

A questão deve abordar as conquistas proporcionadas pela Revolução dos Transportes, nomeadamente as que foram proporcionadas pelo desenvolvimento do caminho de ferro.
- Consequências da Segunda Revolução Industrial a dos Transportes.
- Novos inventos:
. Comboio a vapor e eléctrico.
. Metropolitano.
. Carro eléctrico.
. Avião e bicicleta.
- Consequências:
. Encurtou a distância e favoreceu a rapidez.
.Criou emprego
. Revolucionou e ampliou o comércio internacional.
. Movimento da população intercontinental.

3.

A resposta deve deixar que a industrialização, ocorreu em diferentes momentos e como resultado de diferentes circunstâncias que condicionaram o seu arranque. Nesse contexto deve ser mencionado as particularidades de cada potência industrial.
Os ritmos e os particularismos da industrialização das potências industriais:
.França - apesar de ter sido a segunda nação a industrializar-se, carecia de matéria-prima e a sua revolução assentou na electricidade e na produção industrial.
Alemanha - etapa de arranque em meados do séc. XIX, construção do caminho-de-ferro, unificação do território e a existência do carvão em abundância.
Estados Unidos - território rico em algodão, lã e petróleo; energia eléctrica (quedas de água); arranque industrial viria a destrona a indústria automóvel.
Japão - Intervenção imperador do Mutsu-Hito, apoiou a produção industrial (seda, construção naval e siderurgia). Seguiu os modelos ocidentais e abriu o comércio ao exterior. O crescimento demográfico intenso forneceu a mão-de-obra necessária à indústria e favoreceu o aumento de consumidores.
Noção de diferentes estados de desenvolvimento, na Europa e no Mundo e mesmo em regiões industrializadas.
 
 
Resultados: nº1 (10); nº2 (12); nº3 (12); nº4(12): nº5 ( 6 ); nº 6 (16) ; nº7 ( 5 ); nº8 (10); nº 9 (14) ; nº 10(10); nº11(11); nº12(2) ; nº13 (10); nº14(9); nº15 (8) ; nº17 (9); nº23 (9); nº28 ( 8). 

sexta-feira, 23 de abril de 2010

20 de Abril de 2010

Competências:

 
Demonstrar a hegemonia britânica no contexto da economia mundial.

Relacionar os particularismos da industrialização das potências industriais.

 
Linha de conteúdos:


A hegemonia britânica no contexto da economia mundial.

. Pioneira da 1ª Revolução industrial devido a vários factores:

. Regista o maior crescimento demográfico e urbano.

. Possuía maior expansão do caminho-de-ferro.

. Era a maior potência têxtil (algodão) e metalúrgica (ferro).

. Controlava o comércio internacional graças à vasta frota mercante e ao sistema financeiro.

Os ritmos e os particularismos da industrialização das potências industriais:

.França - apesar de ter sido a segunda nação a industrializar-se, carecia de matéria-prima e a sua revolução assentou na electricidade e na produção industrial.

Alemanha - etapa de arranque em meados do séc. XIX, construção do caminho-de-ferro, unificação do território e a existência do carvão em abundância.

Estados Unidos - território rico em algodão, lã e petróleo; energia eléctrica (quedas de água); arranque industrial viria a destrona a indústria automóvel.

Japão - Intervenção imperador do Mutsu-Hito, apoiou a produção industrial (seda, construção naval e siderurgia). Seguiu os modelos ocidentais e abriu o comércio ao exterior. O crescimento demográfico intenso forneceu a mão-de-obra necessária à indústria e favoreceu o aumento de consumidores.


Método:


.Dedutivo.
.Comparativo

 
Recursos:


Alunos.
Manual (doc nº9, p.21 e doc, P.25).

 
Sumário


Os ritmos da industrialização.

Bibliografia:

Carpintier, J., e LEBRUN. F., (1993), História da Europa, Lisboa, Editorial Estampa.
DREYFUS, F-J. e outros, (1996) História da Europa, Vol.3 .. Publicações Europa - América
HAZARD, P. (1989), O Pensamento Europeu no séc. XVIII, Lisboa, Editorial Presença
HOBSBAWN, EJ, 1992), A Era das Revoluções, Lisboa, Editorial Presença.
SÁ, V., (1987) Introdução ao Liberalismo, Lisboa, Horizonte.
SANTOS, F. (1995) Geografia e Revolução de 1820, Men Martins, pub. Europa-América

sábado, 17 de abril de 2010

Lição de 15 de Abril

Competências:



Explicar o que se entende por concentração.
Distinguir os vários tipos de concentração.
Referir os principais métodos de racionalização do trabalho.


Linha de conteúdos:


A organização e a concentração industrial e bancária:
- Concentração pressupõe: [ de mão de obra, capital , de maquinaria numa fábrica].
- Concentração horizontal - agrupamento de empresas de um mesmo ramo que combinam entre si as condições de produção que consideram melhor para vencer a concorrência.
- Concentração vertical – consiste no controlo, por uma empresa, de todos os processos de transformação ou seja controlo de produção de um produto até a sua fase de comercialização.
-Concentração bancária – os bancos mais poderosos acabam por absorver os mais pequenos, permitindo a sua expansão, em número de filiais e do volume de negócios.


Os métodos de racionalização do trabalho.
Eng. F.Taylor – expôs o método de transformar a produção num processo racional. O objectivo era a obtenção da rentabilidade.
Método: a)Dividir a produção de um objecto numa série do “movimentos essenciais” que cada um dos operários deve executar; b) Pré-definir o tempo mínimo necessário para a realização de cada um desses gestos simples e c) produção de objectos todos iguais (estandartização).
Henry Taylor (Taylorismo) – a ) Introduz a Lina de montagem; b)poupavam-se todos os gestos inúteis ou lentos, resultava o aumento da produtividade.




Método:
.Dedutivo.
.Comparativo

Recursos:
Alunos.


Manual (doc nº9, p.21 e docc, P.25).


Sumário
A organização e a concentração industrial e bancária.
Bibliografia:


Carpintier, J., e LEBRUN. F., (1993), História da Europa, Lisboa, Editorial Estampa.
DREYFUS, F-J. e outros, (1996) História da Europa, Vol.3 .. Publicações Europa - América
HAZARD, P. (1989), O Pensamento Europeu no séc. XVIII, Lisboa, Editorial Presenç
HOBSBAWN, EJ, 1992), A Era das Revoluções, Lisboa, Editorial Presença.
SÁ, V., (1987) Introdução ao Liberalismo, Lisboa, Horizonte.
SANTOS, F. (1995) Geografia e Revolução de 1820, Men Martins, pub. Europa-América

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Matriz da Prova (Intermédia) do 11ºano e escolaridade

 
  
2 ª Prova Intermédia de História
 
 
Informações:
 
 
Objecto, Conteúdos, Competências e Critérios de Classificação.
 
 
 
 
 
 
 
1. Objecto de avaliação.
 
 
 A prova tem por referência o Programa do 11.º ano de História A.
A prova permite avaliar as competências e os conteúdos a elas associados, passíveis de avaliação numa prova escrita de duração limitada, a saber:
 
 
A) Competências
 
  
• Analisa fontes de natureza diversa, distinguindo informação explícita e implícita, assimcomo os respectivos limites para o conhecimento do passado;
 
• Analisa textos historiográficos, identificando a opinião do autor e tomando-a como uma interpretação susceptível de revisão, em função dos avanços historiográficos;
  
• Situa cronológica e espacialmente acontecimentos e processos relevantes, relacionando-os com os contextos em que ocorreram;
 
• Identifica a multiplicidade de factores e a relevância da acção de indivíduos ou grupos, relativamente a fenómenos históricos circunscritos no tempo e no espaço;
 
• Situa e caracteriza aspectos relevantes da história de Portugal, europeia e mundial;
 
• Relaciona a história de Portugal com a história europeia e mundial, distinguindo articulações dinâmicas e analogias/especificidades, quer de natureza temática, quer de âmbito cronológico, regional ou local;
 
• Elabora e comunica, com correcção linguística, sínteses de assuntos estudados:
 
– estabelecendo os seus traços definidores;
 
– distinguindo situações de ruptura e de continuidade;
 
– utilizando, de forma adequada, terminologia específica.
 
 
2. Conteúdos: Estão agrupados em função de três grupos, sendo o Grupo A obrigatório e de opção os grupos B ou C
 
 
 
Grupo A
 
 
 
Módulo 3 – O Legado do Liberalismo na primeira metade do séc. XIX.
  
3.2 - As revoluções em cadeia “Da era pós-napoleónica”.
 
Módulo 4 – A implantação do Liberalismo em Portugal.
 
4.1 - Antecedentes e conjunturas (1807-1820).
 
4.2 - A Revolução de 1820 e as dificuldades de implantação da ordem liberal (1820-1934).
 
4.2.2- Desagregação do Império Atlântico: A independência do Brasil.
 
 
Grupo B
 
Módulo nº2 – A Revolução Francesa – paradigmas das revoluções liberais e burguesas.
 
 
2.2. Da Nação soberana ao triunfo da revolução burguesa.
 
 
Grupo C
 
 
Módulo nº1 – As transformações económicas na Europa e no Mundo.
 
 
1.1. A Expansão da revolução industrial.
 
1.2.A Geografia da Industrialização
 
 
 
3. Avaliação de competências:
 
 
 
• Analisa fontes de natureza diversa, distinguindo informação implícita e explícita, assim como os respectivos limites para o conhecimento do passado;
 
• Analisa textos historiográficos, identificando a opinião do autor e tomando-a como uma interpretação susceptível de revisão, em função dos avanços historiográficos;
 
• Situa cronológica e espacialmente acontecimentos e processos relevantes, relacionando-os com os contextos em que ocorreram;
 
• Identifica a multiplicidade de factores e a relevância da acção de indivíduos ou grupos, relativamente a fenómenos históricos circunscritos no tempo e no espaço;
 
• Situa e caracteriza aspectos relevantes da história de Portugal, europeia e mundial;
 
• Relaciona a história de Portugal com a história europeia e mundial, distinguindo articulações dinâmicas e analogias/especificidades, quer de natureza temática, quer de âmbito cronológico, regional ou local;
 
• Elabora e comunica, com correcção linguística, sínteses de assuntos estudados:
 
 
– estabelecendo os seus traços definidores;
 
– distinguindo situações de ruptura e de continuidade;
 
– utilizando, de forma adequada, terminologia específica.
 
 
• Todos os conteúdos de aprofundamento, conceitos e aprendizagens estruturantes;
  
• Articulações entre estes conteúdos e estes conceitos e os restantes, ,sempre que a orientação fixada nos módulos e as aprendizagens estruturantes o exijam.
 
 
4. Critérios gerais de classificação
 
 
- A classificação a atribuir a cada resposta resulta da aplicação dos critérios gerais e dos critérios específicos de classificação apresentados para cada item e é expressa por um número inteiro.
  
- As respostas ilegíveis ou que não possam ser identificadas são classificadas com zero pontos.
 
- Os critérios de classificação dos itens de resposta aberta apresentam-se organizados por níveis de desempenho. A cada nível de desempenho corresponde uma dada pontuação.
 
- Em todos os itens da prova, a classificação a atribuir traduz a avaliação simultânea das competências específicas da disciplina e das competências de comunicação escrita em língua portuguesa.
 
No âmbito das competências específicas da disciplina de História, constituem critérios gerais:
 
 
 
• a relevância da resposta relativamente à questão formulada;
 
• a forma como a fonte é explorada, valorizando-se a interpretação, e não a mera paráfrase, bem como a correcta transcrição de excertos usados como suporte de argumentos;
 
• a mobilização de informação circunscrita ao assunto em análise e o domínio do vocabulário específico da disciplina.
 
A avaliação das competências de comunicação escrita em língua portuguesa contribui para valorizar a classificação atribuída ao desempenho no domínio das competências específicas da disciplina. Esta valorização é cerca de 10% da cotação do item e faz-se de acordo com os níveis de desempenho a seguir descritos:
 
 
 
 
 
Níveis Descritores
 
 
 
Nível 3 - Composição bem estruturada, sem erros de sintaxe, de pontuação e/ou de ortografia, ou com erros esporádicos, cuja gravidade não implique perda de inteligibilidade e/ou de sentido.
 
Nível 2 - Composição razoavelmente estruturada, com alguns erros de sintaxe, de pontuação e/ou de ortografia, cuja gravidade não implique perda de inteligibilidade e/ou de sentido.
 
Nível 1 - Composição sem estruturação aparente, com erros graves de sintaxe, de pontuação e/ou de ortografia, cuja gravidade implique perda frequente de inteligibilidade e/ou de sentido.
 
 
 
 
 
Cotações absolutas ao nível 5
 
 
 
Grupo A - Pontuação (segundo cada item).
 
 
1.1- 20; 1.2- 30 ;1.3 -30 e 1.4. 50
 
B ou C
 
2.1 .20; 2.2.20 e 2.3.30

 

 

 

  

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Lição de 14 de Abril de 2010

Competências:




Caracterizar a segunda revolução industrial no contexto do progresso tecnológico.
Identificar as consequências da segunda revulção industrial e dos transportes.
Linha de conteúdos:


A segunda revolução industrial:

 
. Segunda metade do séc. XIX.


. Mais tarde em certas regiões da Europa, Estados Unidos e Japão.


. Ritmos de industrialização diferenciados.
- Conjunto de transformações rápidas favorecidas como novas fontes de energia:
. Petróleo/electricidade.


. Siderurgia e química.
- Novos inventos: motor de explosão e electricidade.
. Investigação e desenvolvimento de novas tecnologias que traduziram no aumento produção, diminuição de custos e aumento lucros.
- Consequências da Segunda Revolução Industrial a dos Transportes.
- Novos inventos:
. Comboio a vapor e eléctrico.


. Metropolitano.


. Carro eléctrico.


. Avião e bicicleta.
- Consequências:
. Encurtou a distância e favoreceu a rapidez.


.Criou emprego.


. Revolucionou e ampliou o comércio internacional.


. Movimento da população intercontinental.

Método:


.Dedutivo.


.Comparativo


Recursos:

Alunos.


Manual:






Doc. 5 (p.16) ; Doc. nº c (p.19),


Sumário

 
O nacionalismo romântico e o interesse da Idade Média.


Bibliografia:






Carpintier, J., e LEBRUN. F., (1993), História da Europa, Lisboa, Editorial Estampa.


DREYFUS, F-J. e outros, (1996) História da Europa, Vol.3 .. Publicações Europa - América.


HAZARD, P. (1989), O Pensamento Europeu no séc. XVIII, Lisboa, Editorial Presença.


HOBSBAWN, EJ, 1992), A Era das Revoluções, Lisboa, Editorial Presença.


SÁ, V., (1987) Introdução ao Liberalismo, Lisboa, Horizonte.


SANTOS, F. (1995) Geografia e Revolução de 1820, Men Martins, pub. Europa-América

Lição de 13 de Abril de 2010


Competências:

 

- Explicar o valor do nacionalismo romântico no contexto do interesse da Idade Média.
- Relacionar os princípios estéticos nas artes, na literatura e na música.

 

Linha de conteúdos:

 

O nacionalismo romântico com o interesse da Idade Média:
. Preocupação da defesa de minorias étnicas de sujeição aos estados autoritários.
. Apoio dos movimentos românticos na unificação da Itália e da Alemanha.
. O romantismo fomentou as tradições, a arte gótica e a literatura.
. O romantismo foi um movimento amplo que constitui a primeira ruptura com o passado clássico.

Os princípios estéticos nas artes, na literatura e na musica.
. Estabeleceu novos padrões de beleza, marcados pelas ideias de liberdade, individualismo e exaltação de sentimentos que marcaram o período oitocentista.
. Favoreceu a diversidade plástica e formal, pela variedade estilística restante do individualismo.
. reagiu contra o intelectualismo e a razão.
. favoreceu tudo o que estava ligado à paixão, ao sonho, sensibilidade quebrando o tradicionalismo e o academismo clássico
Temática: muito variada – assuntos ligados à literatura, aos heróis e ao inconsciente.


Fundamenta-se:



. Em acontecimentos trágicos, heróicos ou épicos da realidade (naufrágios ou luta de libertação). Faz-se a exaltação patética dos mártires e heróis.
. na mitodologia cristã e nórdica.
. no mundo do sonho e no onírico ( povoado por monstros imaginários e visão do inconsciente).
. na natureza protagonizada por lutas entre animais selvagens e pela paisagem, marcada por um certo dramatismo naturalista.
. no contexto exótico, em cenas do Oriente ou do Norte de África.
. o retrato psicológico de mulheres e homens comuns de personalidades e de loucos.

 

.Características da música:

. apuramento da melodia.
. desenvolvimento da sinfonia.
. afirmação da ópera.

 

Método:

 

.Dedutivo.
.Comparativo

 

Recursos:

Alunos.
Manual: 
Doc. 17 (p.149) ; Doc. nº 20 (p.152)-

 

Sumário


O nacionalismo romântico e o interesse da Idade Média.

 

Bibliografia:

Carpintier, J., e LEBRUN. F., (1993), História da Europa, Lisboa, Editorial Estampa.
DREYFUS, F-J. e outros, (1996) História da Europa, Vol.3 .. Publicações Europa - América.
HAZARD, P. (1989), O Pensamento Europeu no séc. XVIII, Lisboa, Editorial Presença.
HOBSBAWN, EJ, 1992), A Era das Revoluções, Lisboa, Editorial Presença.
SÁ, V., (1987) Introdução ao Liberalismo, Lisboa, Horizonte.
SANTOS, F. (1995) Geografia e Revolução de 1820, Men Martins, pub. Europa-América

segunda-feira, 12 de abril de 2010