quinta-feira, 30 de setembro de 2010

30 de Setembro de 2010

Competências a desenvolver:

- Identificar as características das festas das Grandes Panateneias.
- Explicar a importância dos Jogos Olímpicos na Grécia Clássica.

Linha de conteúdos:


As grandes manifestações cívico – religiosas na Antiga Grécia:

1 - As festas das Grandes Panateneias.
- decorriam durante seis dias toda a população
- realizavam-se todos os anos , mas em cada quatro anos, denominavam-se as Grandes Panateneias
- nessa ocasião se desenrolava a celebre procissão das Panateneias [era nessa ocasião que os jovens sacrificavam num altar os animais/as raparigas levavam um vês especial tecido pelas deusas
- incluíam também orações e concursos literários, atléticos e musicais.


2 – Os Jogos Oímpicos

- 4 em 4 anos – em Olímpia em honra de Zeus, Héracles ( heroí que lhes deu nome) e Pélops (1ºvencedor).
-antes da competição- “tréguas sagradas” –prisão com armas nos Jogos
- as raparigas solteiras podiam assistir aos jogos
- Integrava as cerimónias religiosas celebradas no templo de Zeus
- Incluía uma série de provas desportivas: Luta, Pugilato, a Corrida e as provas equestres.
- A coroa de louros era atribuída ao vencedor
-realizaram-se entre 776ac. E 393 a – retomados na era moderna em 1896

3 – Jogos Nemeus.

-celebrados em honra de Delfos
-realizavam-se 4 em 4 anos - começaram por ser apenas concursos musicais
- Jogos Nemeus [ em honra de Zeus] e Istímicos [ em honra de Poseidom]

A religião tinha um importante carácter social : cultos [ privados] e cultos cívícos

4-Teatro

-O teatro nasceu – das festas em honra Dionísio - durante seis dias
- Espaço organizado em três áreas distintas: o palco, a orquestra e bancadas.
- no séc.V a.c.- era acima de tudo uma celebração religiosa de certa severidade [temas : lendas dos deuses e heróis]
- coros e danças – homenageava o deus- representações dramáticas
A Tragédia [carácter moralizador subordinando o homem aos deuses e seus desígnios ] –
Principais poetas: Esquilo, Sófoles e Eurípides.

A comédia [incitava ao riso e à boa disposição sem, no entanto valorizar os objectivos moralizadores – crítica o comportamento dos políticos e no modo satírico como critica o comportamento dos políticos e as correntes intelectuais e culturais do seu tempo ].

Principal poeta: Aristófenes.

Função de Jogos: - Evitar o antagonismo e ódio, pelo contrário procuravam promover o convívio entre os homens e cidades pan - helénica.

Estratégia:

Leitura e interpretação de documentos do Manual.

Recursos:

Manual
Quadro


Metodologia:

Método Expositivo.
Método Dedutivo.
Método Comparativo.

Avaliação

Colectiva

Sumário:

As grandes manifestações cívico-religiosas na Antiga Grécia.





Bibliografia:



FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.

FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.

FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70, 1997.

GRIMAL.P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.

HOUSER, A., História Social da Arte e Cultura, Lisboa, Veja, 1980.

30 de Setembro de 2011

Competências a desenvolver:
Reconhecer os principais limites à participação democrática na polis ateniense.
Linha de conteúdos:-


Os principais limitem à participação democrática na polis ateniense:
- O nº de cidadãos que gozavam de plenos direitos não ultrapassava os 10 %.
- Entre os habitantes que estavam excluídos da vida política contava-se:


As mulheres:

- Embora respeitadas tinham uma liberdade restrita.
- Não participavam na vida política e urbana.
- Estavam limitadas ao lar [ gineceu], aposentos privados.
- Dedicava-se á educação dos filhos e às tarefas domésticas.
- Estavam sobre a tutela do marido ou do irmã mais velho


Os metecos:

- Eram estrangeiros e apesar do seu papel na vida económica não tinham direitos políticos.


Os escravos:
- Eram cerca de metade da população ateniense.
-Não tinham personalidade júridica.
- Antigos prisioneiros de guerra.
- Garantiam a vida e o bem estar da população.
- Libertavam os cidadãos para os seus negócios.


As normas reguladoras da democracia incluíam o ostracismo e a pena de ordem, para os cidadãos que prejudicassem o funcionamento do sistema democrático. O sorteio, a rotatividade dos cargos e a demagogia, acabaram por em determinados momentos por se afirmarem como obstáculos ao regime.

Estratégia:-
Leitura e interpretação de documentos do manual – nº16, 17, 19
Metodologia:

Método Expositivo.

Método Dedutivo.

Método Interrogativo

Método Comparativo.


Avaliação

Individualizada

Sumário:-
Os principais limites à participação democrática na Grécia Clássica.
Bibliografia:-

FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.
FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edição 70, 1988.
FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70,1997.
GRIMAL, P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.
HOUSER, A., História Social da Arte e da Cultura, Lisboa, Veja, 1980.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

28 de Setembro de 2011

Competências a desenvolver:

- Explicar o papel dos principais reformadores na consolidação da democracia na Grécia Clássica.
- Analisar o sistema democrático na Grécia Clássica.
- Identificar os principais órgãos do governo de Atenas no regime democrático.

Linha de conteúdos: -


O papel dos principais reformadores no processo de consolidação da democracia na Grécia Clássica.
- As reformas de Sólon – arconte 594 aC., acabou com a escravização por dúvidas e reconheceu a todos os cidadãos da Ática o direito de cidadania. Embora as principais magistraturas da cidade continuassem reservadas aos aristocratas, a Assembleia abria-se a todos os cidadãos.
- As reformas de Clístenes, considerado o fundador da democracia ateniense, instituiu o sistema decimal que serviria de base ao funcionamento das instituições. Reorganizou, para isso, o território ático, dividindo em 10 tribos subdivididas, por sua vez 10 demos. Qualquer que fosse a sua origem ou fortuna todos pertenciam ao demo que habitavam. Destas circunscrições sairiam os cidadãos que governavam a cidade. Com base na demo e no princípio da igualdade dos cidadãos que aí habitavam, surgia noção do novo regime a democracia.
- As reformas Péricles, defendeu a participação democrática e instituiu o princípio da democracia e directa. Diminui o papel da aristocracia do Aerópago e estabeleceu o recrutamento para cargos militares e políticas a todos os indivíduos de todos as classes.

O sistema democrático na Grécia Clássica.
Uma democracia – isto é a soberania partilhada por todos os cidadãos
. o seu exercício era feito de forma directa – o governo era exercido pelos próprios cidadãos
. cidadão eram apenas os homens livres, filhos de pai e mãe inscritos na sua demos
Por vezes a título excepcional era concedido a um estrangeiro
. não havia distinção, profissão, riqueza ou grau de instrução
. através de eleições ou sorteios, eram eleitos de forma temporária ( geralmente anuais e rotativos)

A partir do séc. V e IV ac exerciam a cidadania no âmbito das instituições e órgãos de poder consignados na Constituição de Atenas


Os cargos políticos eram inadiáveis e não remunerados.
Os direitos do cidadão : - isonomia – igualdade perante a lei
Isocracia - igualdade de acesso aos cargos políticos
Isegoria – igual direito de todos a palavra

. Imperfeita – não tinham acesso as mulheres, os estrangeiros e escravos

Principais órgãos de governo de Atenas no regime democrático.


1. Poder Legislativo
Bulé ou Conselho dos 500 ………………………. 50X10 Tribos (sorteio)
Prepara os projectos de lei
Toma decisões correntes


ECLÉSIA [ partilha com a bulé o poder legislativo ]
vota leis, a guerra e ostracismo [ deixava a cidade por 10 anos]
Assembleia de todos os cidadãos – sorteio e eleição anual


2. Poder judicial


HELIASTAS ou TRIBUNAL POPULAR…… 600X10=6000
Julga maior parte dos processos


AEROPAGO
. crimes por homicídio, envenenamento e incêndio …………constituídos antigos arcontes


3. Poder executivo.


ESTRATEGOS ………. Poder executivo………………….ARCONTES
Funções militares presidem aos tribunais
Exercem funções religiosas
Verificar as leis
Eleição sorteio

Pré –requisitos:-
- Democracia Antiga
- Escravo
- Meteco

Estratégias:-
- Leitura e interpretação de documentos do manual.
Metodologia:-
- Método dedutivo.
- Método indutivo
Avaliação

Colectiva
Recursos:-

Documentos do Manual nºs 8, 9 e 10
Sumário: -


Os principais reformadores e a evolução do regime democrático em Atenas.
Bibliografia:-

FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.
FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.
FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70, 1997.
GRIMAL, P., O Cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.
HOUSER, A., História Social da Arte e da Cultura, Lisboa, Veja, 1989.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

23 de Setembro de 2011

Competência:

Os principais elementos da polis Grega:


- duas partes fundamentais: parte alta e a parte baixa
- inicialmente a polis organizou-se na parte alta [ acrópele] – função defesa
- sendo o centro da vida religiosa e política
- residência dos nobres e bem como centro da vida religiosa
- mais tarde, situação de Paz

- surge Ágora – praça Pública [ mercado]

- acrópele torna-se culto – ofertas aos deuses e procissões
- localizada na parte mais baixa era o centro da vida política, económica e social.
- tribunal –justiça
- circo e teatros
- fontes
- templos
- limitada por muralhas
Pré-requisitos:-
Polis
Ágora
Cidadão

Estrtatégias:-

Leitura e interpretação de textos.

Metodologia:-

-Método dedutivo.
-Método interrogativo.
-Método expositivo.

Avaliação

Individualizada

Recursos:-

-Documentos do Manual: 4 (p.26) e 6 (p.29).

Sumário:-

Os Principais elementos da polis Grega.

Bibliografia:-

AMOURETTI, M., O Mundo Grego Antigo dos Palácios de Creta à Conquista de Roma, Lisboa, D. Quixote, 1993.
FERREIRA, J.R.,A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva,1990.
FINELY,M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.
FINELY,M., Política no Mundo Antigo, Lisboa, Edições 70, 1997.
GRIMAL,P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1989.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

22 de Setembro de 2011


Competências a desenvolver:-

- Explicar o modo de organização cívica e política na Grécia Antiga.

Linha de conteúdos:-

- Características do território marcado pela diversidadade:
.Grécia Continental
.Grécia Insular
.Grécia Asiática





. Adversidade do território estava determinada pelo carácter montanhoso e insular que caracteriza todo o seu espaco territorial. 

.O modo de organização cívica e política na Grécia Antiga.
- multiplicidade de polis ou cidade de estado [ pelo seu extenso território]
- Numero de cidadãos reduzido – 400.000 [ Atenas + populosa ] .

- A capacidade de governo depende da relação entre o território e a população. [ Ideal da autarcia]

- Corpo cívico reduzido nem todos eram cidadãos [ não incluía escravos e estrangeiros ]

- Aos cidadãos – conduziam a vida política, legislativa [leis, e cerimónias religiosas]

- Capacidade de defesa.


Recursos:-

-Documentos do Manual:
.Observação do Mapa - doc nº1 - A Grécia Antiga,
-Doc nº2 - Quadro - " Território e corpo cívico de algumas pólis gregas (Século V)"
-Doc nº3 - "A Importância da Lei.


Observação:

Parte do tempo lectivo incidiu sobre o conceito de fontes e ciências auxiliares da história, iniciado no tempo lectivo anterior.
Sumário:-

O modo de organização  e política da Grécia Clássica

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

21 de Setembro de 2011

16 de Setembro de 2010 /Turma 10 G


Competências a desenvolver:

- Explicar o conceito de tempo segundo a periodização.
- Enumerar as várias tipologias de documentos.
- Identificar as principais ciências auxiliares da história.


Linha de conteúdos:

História Tradicional

- Valoriza a ordenação do tempo.
- Fixando essa ordenação do tempo por acontecimentos históricos
- Obedecendo a convenções e a regras – O Facto Histórico.

A Periodização Tradicional

- Divisão do tempo em períodos mais ou menos longos:
- Define por estapas segundo criterios difinidos pela propia cronología.
Exemplo

- O tempo segundo a periodização universal:Antiguidade Clássica (divisão) [ 395]; Idade Média [ 476dc. (queda do Império Romano do Ocidente – 1453 queda do Império Romano do Oriente]; Idade Moderna [1453 -1789(Revolução )] e Idade Contemporânea [1789 …. Até aos nossos dias]

História Nova

-Determina novos conceitos de tempo:

. Tempo Breve – mas não necesariamente o facto histórico.
.Tempo Médio – corresponde à conjuntura ( períodos de 5 a 10 anos, característica da Economia).
. Tempo Longo – corresponde à estrutura ( pode inclusivé durar séculos, exemplo a Mentalidade).

Conceiro de fonte:

Todos os vestigios que testemunham a presença de seres humanos de épocas pasadas em determinados locais ou seja, as fontes históricas, não são mais que os vestigios que testemunham a presença, as actividades, as ideias e as crenças dos seres humanos de outras épocas, posssibilitando aos historiadores construir o conhecimento sobre a humanidade nessas épocas.

Fontes históricas

Fontes primárias:

. Orais :

- testemunhos de pessoas vivas ou lendas
Fontes secundárias:

. Investigações dos historiadores

-Contribuição de outras ciências auxiliares:
- Paleografia, economía, antropología, numismática, socoliogia ou a arqueologia
.Fontes  não escritas:

-utensílios da civilização material.
-monumentos.
-restos arqueológicos.
-obras de arte.
-fotografias.

. Fontes Escritas

-cartas.
-diarios.
-leis.
-obras literárias.
-jornais.
-anúncios.
-inscrições


Estratégias:-

- Leitura e Observação dos documentos do Manual, nº1 e nº2.

- Observação e comentario de um documento, de uma fotografía, de um postal, de anúncio e de uma carta.


Metodologia:

- Método dedutivo.

- Método interrogativo.
Avaliação
Individualizada

Recursos

- Manual, p. 19/20: Documentos nº1,2,3 e 4. [documento,carta,foto,moeda, publicidade ]

Sumário:-

A cronologia.A Periodização.Noção de tempo histórico e fonte-

Bibliografia

DUBY, G., História Continua, Porto, Asa, 1992.
FURRET, F., A oficina da História, Lisboa, Gradiva s.d.
MATTOSO, J., A escrita da História, Lisboa, Presença, 1998.
ROLDÃO, M.C., Gostar de História: um desafio Pedagógico, Lisboa, Texto Editora, 1998.
TORGAL, L., História e Ideologia, Coimbra, Minerva, 1998.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

1º Lição - 15 de Setembro de 2010



Objectivo Geral:

 

Explicar a importância da disciplina de História no contexto do currículo da área das humanidades.

Desenvolvimento:


O tempo lectivo iniciou-se com a apresentação do professor aos alunos e vice-versa. Na continuidade da prática lectiva, o docente referiu-se ao modo de organização dos tempos lectivos, assim como aos meios e métodos e práticas de avaliação. Provas de avaliação : 19 de Outubro e 6 de Dezembro. Finalmente referiu-se à linha de conteúdos que orientará o programa do 10ºano de escolaridade.


Sumário: Apresentação.Considerações sobre a linha de conteúdos da disciplina de História.Critérios de avaliação e marcação dos momentos de avaliação.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ano lectivo de 2010 - 2011