quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Lição de 28 de Outubro de 2010

Competências a desenvolver:



- Analisar as principais características da tipologia do retrato na época Romana.
- Referir a função e as formas de representação do relevo romano.

-Linha de conteúdos:


- As principais características da tipologia do retrato na época Romana:
. o retrato, ligado ao culto dos mortos e à tradição de modelar as esfinges dos defuntos (carácter realista).
. Com a República e através das conquistas vão difundir o retrato do período clássico e helenístico, nomeadamente na representação do retrato e não na representação formal do nu clássico. (doc.24- p.100)

-Evolução do retrato:
. Na tradição etrusca as primeiras representações eram mascaras de cera de culto aos antepassadas passando a representações em mármore em que o homenageado surge representado com os bustos dos antepassados (retrato do patrício romano – p.101).
. O retrato - que traduzia as características fisionómicas ( de olhos, sobrancelhas), boca, cabelo e a barba) e as marcas do tempo e do sofrimento humano. (ex. Sila (chefe militar) e Adriano (filosofo).. A estátua – retrato – realizada com fins públicos, como a estátua de Augusto ( doc.4 –P.76), em que o imperador é nitidamente representado segundo a influência da escultura grega. O corpo de herói, mas seguindo as proporções e posições, determinadas por Policleto. Representa o Chefe e simultaneamente o Deus.
. A estátua equestre em que o imperador é representado a cavalo

- A função e as formas de representação do relevo romano:
. Fins ornamentais, comemorativos e narrativos ou histórico.
.O relevo ocupava :- estelas funerárias, túmulos, altares ( p.78 –doc.6), arcos triunfais ou colunas.

Vários exemplos:

.Aras Pacis – altar ricamente decorado para celebrar a paz. Destaca-se dois tipos de painéis os que apresentam elementos gregos, marcados pelo gosto pela idealização, proporção e perfeição, de temática vegetalista; e os painéis de matriz romana, sentido descritivo onde se verifica a idealização dos diferentes elementos da família real.

.Arcos de Triunfo - Exemplo de relevo comemorativo que consagra as vitórias dos imperador romanos (p.102. doc. B)

.Colunas – Relevo domina a arquitectura visto que esta, como forma de coluna é o suporte daquele (102 doc.A)

.Sarcófagos – Inicialmente caracterizado por um medalhão que representava o retrato de um defundo, mais tarde estão associados temas mitológicos e episódios à vida do morto.
Metodologia
Método dedutivo
Método comparativo
Avaliação
Colectiva
Recursos

Manual
Alunos

Quadro
Sumário

A escultura e o relevo na civilização romana.


Bibliografia:


-BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
-GLASRDINAS, A., O homem romano, Lisboa, Presença, 1991.
-GRIMMAL, P., A vida em Roma na Antiguidade, Mem Martin, Europa – América, 1993.
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Lição de 27 de Outubro de 2010.

Competências a desenvolver:



Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Explicar a importância do urbanismo no território imperial.


Linhas de conteúdos:


- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.


. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.


Roma afirmou-se como:

.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.
. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia
Metodologia:


Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.

Recursos:


Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75

Sumário:


A progressiva extensão de cidadania.A organização estrutural da cidade romana na época clássica.


Bibliografia:


CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Lição de 25 de Outubro de 2010

Competências a desenvolver:
- Explicar o funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
- Relacionar a consagração do poder imperial com a unidade do império romano.
- Relacionar o processo de consagração do poder imperial com a sua divinização.

Linha de conteúdos:


O funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.


. O senado: - assembleia extremamente respeitada, representava a própria Roma, as suas tradições e a sua continuidade. Embora os seus poderes pareçam limitados, o facto de ser uma assembleia de carácter permanente conferia-lhe uma enorme influência social e política.
.O número dos senadores foi variando fixando-se em 600. As suas funções eram de autorizar a cunhagem de moeda, controlar o tesouro e o desempenho dos magistrados. Decidia ainda matéria de guerra e paz, alianças e tratados e administração das províncias
. Os comícios: - assembleia de carácter popular, representavam o povo de Roma e constituíam a base da autoridade do Estado em pareceria com o Senado. Cabia-lhe a eleição dos magistrados e a votação das leis, propostas pelos magistrados.
. Os magistrados: - eleitos por um ano, asseguravam as mais variadas funções, desde o comando militar ao abastecimento da cidade. A sua progressão no âmbito das magistraturas tinha como objectivo a dignidade mais elevada cônsul.
.Esta organização pública permitiu em grande parte a ordem e a força necessária à conquista do seu vasto império. Porém a IaC., desencadeou-se uma profunda crise política, marcada por ferozes perseguições e sangrentas guerras civis.



A consagração do poder imperial com a unidade do império romano.


. A construção de um Estado forte e unificado, centralizando numa única pessoa todos os poderes, ocorreu em 27 aC. com a instituição do Estado Imperial, na pessoa de Octávio César Augusto.
. 40 - 38 aC., o Senado confiou a Octávio o império proconsular, em todo o território romano ou seja o título de imperador.
. 31 a ., Octávio conseguiu fazer-se eleger tribuno cônsul e princeps senatus, por esse título detinha a supremacia sobre o poder legislativo e a função de fazer cumprir as leis.
. 27 aC., O Senado reconheceu-lhe todos os títulos e cargos anteriormente obtidos, concedeu-lhe o poder de nomear os senadores e honrou-o com o título de augustus.
. 12. aC, recebeu o cargo do Pontifex Maximus controlando o poder sacerdotal e religioso.
. Octávio César Augusto, conseguiu para si, uma autonomia pessoal, absoluta e de carácter quase divino, o que originou o culto imperial


A divinização do soberano era uma tradição no Oriente helenístico e no Egipto.


. Na tradição romana era reconhecida natureza divina aos homens que realizavam grandes feitos.
. A paz e a ordem fundamental para a divinização de Octávio
. Este organizou, moderou e também aceito um culto
. Assistiu-se à construção de templos e altares no âmbito do culto imperial tanto nas províncias como em Roma.
. O culto de Roma e ao imperador normalmente associado foi importante para a unidade política.


Metodologia:


Método Interrogativo
Método dedutivo
Método comparativo


Avaliação


Individualizada


Recursos


Manual: Documentos nº 6 (p.78) e nº7 (79).


Alunos


Quadro


Sumário:


A divinização do poder imperial


Bibliografia:


CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, Lisboa, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o Império, Publicações Dom Queixote, Lisboa, 1993
GRIMMAL, P., A Civilização Romana, Ed.70, Lisboa,1998.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PHIJUOAN, UJ. (dir.), História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Lição de 22 de Outubro de 2010.

Competências

Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.

Explicar a importância do urbanismo no território imperial.




Linha de conteúdos:


- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.


. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria


. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.


. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.
Roma afirmou-se como:


.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses


. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.


. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia


Metodologia:

Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.

Avaliação


Dedutiva


Recursos:


Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75




Sumário:


A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.


Bibliografia:


CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Lição de 18 de Outubro de 2010

Competências a desenvolver:
- Explicar o funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.

- Relacionar a consagração do poder imperial com a unidade do império romano.
Linha de conteúdos:

O funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
. O senado: - assembleia extremamente respeitada, representava a própria Roma, as suas tradições e a sua continuidade. Embora os seus poderes pareçam limitados, o facto de ser uma assembleia de carácter permanente conferia-lhe uma enorme influência social e política.

O número dos senadores foi variando fixando-se em 600. As suas funções eram de autorizar a cunhagem de moeda, controlar o tesouro e o desempenho dos magistrados. Decidia ainda matéria de guerra e paz, alianças e tratados e administração das províncias

. Os comícios: - assembleia de carácter popular, representavam o povo de Roma e constituíam a base da autoridade do Estado em pareceria com o Senado. Cabia-lhe a eleição dos magistrados e a votação das leis, propostas pelos magistrados.

. Os magistrados: - eleitos por um ano, asseguravam as mais variadas funções, desde o comando militar ao abastecimento da cidade. A sua progressão no âmbito das magistraturas tinha como objectivo a dignidade mais elevada cônsul.

Esta organização pública permitiu em grande parte a ordem e a força necessária à conquista do seu vasto império. Porém a IaC., desencadeou-se uma profunda crise política, marcada por ferozes perseguições e sangrentas guerras civis.
A consagração do poder imperial com a unidade do império romano.:
. A construção de um Estado forte e unificado, centralizando numa única pessoa todos os poderes, ocorreu em 27 aC. com a instituição do Estado Imperial, na pessoa de Octávio César Augusto.

. 40 - 38 aC., o Senado confiou a Octávio o império proconsular, em todo o território romano ou seja o título de imperador.

. 31 a ., Octávio conseguiu fazer-se eleger tribuno cônsul e princeps senatus, por esse título detinha a supremacia sobre o poder legislativo e a função de fazer cumprir as leis.

. 27 aC., O Senado reconheceu-lhe todos os títulos e cargos anteriormente obtidos, concedeu-lhe o poder de nomear os senadores e honrou-o com o título de augustus.

. 12. aC, recebeu o cargo do Pontifex Maximus controlando o poder sacerdotal e religioso.

. Octávio César Augusto, conseguiu para si, uma autonomia pessoal, absoluta e de carácter quase divino, o que originou o culto imperial.
Metodologia:
- Método expositivo

-Método interrogativo
- Método dedutivo

Avaliação
-Individualizada
Recursos:
Manual:

- Quadro nº 3 , p.75.
- Documento nº5, p.77

Estratégia:

Leitura e interpretação do documento nº 5
Observação e comentário do Quadro nº4.

Sumário:

O regime republicano e a consagração do poder imperial com Octávio César Augusto.

Lição de 22 de Outubro de 2010.

Competências a desenvolver:



Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Explicar a importância do urbanismo no território imperial.

Linhas de conteúdos:


- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto


. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.

Roma afirmou-se como:


.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.


. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia

Metodologia:
Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.
Avaliação
Dedutiva
Recursos:
Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75


Sumário:


A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.


Bibliografia:


CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.





segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Liçõa de 11 de Outubro de 2010

Geografia do Império Romano


Roma capital do Império




Competências a desenvolver:


Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.

Linhas de conteúdos:


- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.

. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria

. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.

Roma afirmou-se como:

.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.

Dominadora:

.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.

Metodologia:

Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.

Avaliação

Dedutiva

Recursos:

Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75

Desenvolvimento:

O tempo de lectivo, inicia-se com uma breve consolidação sobre a escultura na Grécia Antigo. De seguida os alunos deverão identificar os elementos informativos que constituem o mapa inserido na figura um com a finalidade de explicar como Roma se converteu num Império. Na continuidade do tempo lectivo e a partir do documento número dois pretende-se que os educandos tenham a noção da importância da cidade no novo conceito de urbanismo que marca a civilização romana. Por último os alunos deverão visualizar o quadro sobre as instituições fundamentais da administração imperial no contexto do funcionamento político – administrativo a desenvolver na próxima aula, a presente deve terminar com a elaboração do sumário.

Sumário:

A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.

Bibliografia:

CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Lição de 7 de Outubro de 2010

Competências a desenvolver :
Caracterizar as principais características da Escultura na época Arcaica.
Linha de conteúdos:
- Escultura Arcaica:


. A beleza física ideal.
. A utilização do bronze e do mármore.


- Época Arcaica:


. A evolução: Kouros e a Koré.
.Ombros largos e anca estreita.
. Posição frontal e perna avançada.
.Barba e cabelo simplificado

Transição feita pelo Auriga.

Escultura Clássica:

.representação da mulhar adulta ( simboliza o amor).
.os seios desenvolvidas.
.onca larga.
.pernas torneadas
.joelho firmamente articulados.

Época Helenística

.favorece o realismo expressivo.
.representação dramática e teatral.
.figuras do quotodiano.
.representações esculturais.
.materiais utilizados frenquentemente o bronze e o mármore.




Metodologia


Método expositivo
Método Interrogativo


Avaliação


Individualizada


Recursos:
- Quadro
- Manual – p. 61 - fig.34.


Sumário:
A Escultua na Grécia Antiga.
Bibliografia:


FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988
BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972
KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000
PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.
VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.

Lição de 5 de Otubro de 2010

Competências a desenvolver :


Identificar os principais elementos artísticos da arquitectura no período Romano.


Linha de conteúdos:
A Arte Grega
- Arquitectura:
. As três ordens clássicas:

A Coluna: base, fuste e capitel.
Ordem arcaica - 600aC.
Ordem Clássica - VI aC.
Ordem Coríntia – Período Helenístico.
Tipologia da planta:
. Simples: - rectangular e circular.

Pronaos e Cella.
. O Pórtico.
. A Cobertura: - Entablamento = arquitrave+friso+frontão.
.Tímpano: tríglifos e métopas.


Metodologia

Método expositivo
Método Interrogativo
Avaliação

Individualizada
Recursos:
- Quadro
- Manual – p. 61 - fig.34.


Sumário:

Os principais elementos artísticos da arquitectura na Grécia Clássica.

Bibliografia:

FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988
BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972
KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000
PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.
VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Lição de 4 de Outubro de 2010l

Competências a desenvolver :



Reconhcer as principais etapas da educação na Grécia Clássica.


Linha de conteúdos:


1ª Etapa

. Aos 7 anos eram educadas pela mãe no gineceu.
. Os rapazes iam à escola onde recebianm a preparação para a cidadania.
.O currículo era centrado: na escrita, leitura e poemas clássicos.
.Iniciava-se a preparação física para a defesa da polis.

2ª Etapa – 15 anos

. A formação cívica e física concentrava-se no exercício físico nos ginásios.
. A aprendizagem com vista à sabedoria completava-se na procura da sabedoria ( Matemática e Filosofia).

3º Etapa –

. Aos 18 anos, pertencia ao grupo dos efebos , devendo cumprir um serviço militar de dois anos, findo o qual eram considerados cidadãos em pleno dos seus direitos civis e políticos.

. A educação cívica completava-se com a sua participação nas assembleias, no exercício das magistraturas e os debates na agora.

A partir do séc. V a formação dos cidadãos integrava o desenvolvimento do espírito crítico e a facilidade de expressão.

. Este saber era difundido pelos Sofistas, que eram objectivo de crítica porque eram pagos.
Método expositivo

Método Interrogativo

Avaliação

Individualizada

Recursos:

- Quadro

- Manual – p. 61 - fig.34.

Sumário:

As principais etapas  na Grécia Clássica.

Bibliografia:

FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988

BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972

KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000

PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.

VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.