terça-feira, 26 de outubro de 2010

Lição de 25 de Outubro de 2010

Competências a desenvolver:
- Explicar o funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
- Relacionar a consagração do poder imperial com a unidade do império romano.
- Relacionar o processo de consagração do poder imperial com a sua divinização.

Linha de conteúdos:


O funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.


. O senado: - assembleia extremamente respeitada, representava a própria Roma, as suas tradições e a sua continuidade. Embora os seus poderes pareçam limitados, o facto de ser uma assembleia de carácter permanente conferia-lhe uma enorme influência social e política.
.O número dos senadores foi variando fixando-se em 600. As suas funções eram de autorizar a cunhagem de moeda, controlar o tesouro e o desempenho dos magistrados. Decidia ainda matéria de guerra e paz, alianças e tratados e administração das províncias
. Os comícios: - assembleia de carácter popular, representavam o povo de Roma e constituíam a base da autoridade do Estado em pareceria com o Senado. Cabia-lhe a eleição dos magistrados e a votação das leis, propostas pelos magistrados.
. Os magistrados: - eleitos por um ano, asseguravam as mais variadas funções, desde o comando militar ao abastecimento da cidade. A sua progressão no âmbito das magistraturas tinha como objectivo a dignidade mais elevada cônsul.
.Esta organização pública permitiu em grande parte a ordem e a força necessária à conquista do seu vasto império. Porém a IaC., desencadeou-se uma profunda crise política, marcada por ferozes perseguições e sangrentas guerras civis.



A consagração do poder imperial com a unidade do império romano.


. A construção de um Estado forte e unificado, centralizando numa única pessoa todos os poderes, ocorreu em 27 aC. com a instituição do Estado Imperial, na pessoa de Octávio César Augusto.
. 40 - 38 aC., o Senado confiou a Octávio o império proconsular, em todo o território romano ou seja o título de imperador.
. 31 a ., Octávio conseguiu fazer-se eleger tribuno cônsul e princeps senatus, por esse título detinha a supremacia sobre o poder legislativo e a função de fazer cumprir as leis.
. 27 aC., O Senado reconheceu-lhe todos os títulos e cargos anteriormente obtidos, concedeu-lhe o poder de nomear os senadores e honrou-o com o título de augustus.
. 12. aC, recebeu o cargo do Pontifex Maximus controlando o poder sacerdotal e religioso.
. Octávio César Augusto, conseguiu para si, uma autonomia pessoal, absoluta e de carácter quase divino, o que originou o culto imperial


A divinização do soberano era uma tradição no Oriente helenístico e no Egipto.


. Na tradição romana era reconhecida natureza divina aos homens que realizavam grandes feitos.
. A paz e a ordem fundamental para a divinização de Octávio
. Este organizou, moderou e também aceito um culto
. Assistiu-se à construção de templos e altares no âmbito do culto imperial tanto nas províncias como em Roma.
. O culto de Roma e ao imperador normalmente associado foi importante para a unidade política.


Metodologia:


Método Interrogativo
Método dedutivo
Método comparativo


Avaliação


Individualizada


Recursos


Manual: Documentos nº 6 (p.78) e nº7 (79).


Alunos


Quadro


Sumário:


A divinização do poder imperial


Bibliografia:


CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, Lisboa, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o Império, Publicações Dom Queixote, Lisboa, 1993
GRIMMAL, P., A Civilização Romana, Ed.70, Lisboa,1998.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PHIJUOAN, UJ. (dir.), História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.