Competências a desenvolver:
Analisar a afirmação e o reforço do poder real na Europa Medieval no Ocidente.
Explicar a restauração da noção de Império na Europa Ocidental.
Linha de conteúdos:
O poder real na Europa Medieval no Ocidente
- O rei é o chefe de estado ou da nação.
- o poder era de origen divina (reconquista/Península Ibérica).
- o triunfo sobre o Islão permitiu a divisão da terra pela nobreza.
- em França o Rei era o suserano dos suseranos
- estavam ligados por laços de vassalagem
- superioridade hereditária e de uma familia
A noção de Império na Europa Ocidental:. Carlos Magno (800).
.Tratado de Verdum (843)
--- Carlos Magno (843)
--- Carlos ( França Ocidental)
--- Lotário (França Oriental)
--- Luís (Germânico)
. rei Germânico (Otão I) – foi coroado pelo papa D. João XII
. O imperador garante novamente o poder temporal do Papa sobre o Património de S. Pedro.
. mas em troca exige que nenhum papa seja eleito sem conhecimento
. durante um século usarão esse direito.
Recursos
Alunos
Quadro
Metodologia
Método dedutivo
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Sumário:
A noção de Império na Europa Ocidental.
Bibliografia:
BONASSIÉ, P., Dicionário de História Medieval, Lisboa, Queixote, 1986
BURNS, E.M., História da Civilização Medieval, Lisboa, Dom Queixote,1985
DUCELLIERA, A.,A Idade Média no Oriente, Bizâncio e o Islão, Dom Queixote,1994.
LE GOFF, J., O Homem Medieval, Lisboa, Presença, 1999.
domingo, 28 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Lição de 24 de Novembro de 2010.
Competências a desenvolver
Caracterizar a organização senhorial no contexto da Europa Medieval.
Linha de conteúdos
. O senhorio:
- O nível local, o poder sobre as populações locais era exercido por um senhor laico e eclesiástico
- forma de organização numa época onde não existia instituições intermédias e numa época em que a guerra manifestava-se pelo ocidente.
- obtinha a lealdade de nobres ( duques, marqueses, condes) ou eclesiásticos ( abades, bispos, etc).
- a fim de possuírem exércitos prontos a combater.
- este sistema desenvolviam-se a outros senhorios com base na fidelidade e lealdade
- outros direitos em troca da administração e da defesa: de banalidades ou portagens.
Metodologia
Método dedutivo
Método Indutivo.
Avaliação
Colectiva
Individualizada
Recursos:
Manual
Quadro
Alunos
Sumário
A organização senhorial no contexto da Europa Medieval.
Caracterizar a organização senhorial no contexto da Europa Medieval.
Linha de conteúdos
. O senhorio:
- O nível local, o poder sobre as populações locais era exercido por um senhor laico e eclesiástico
- forma de organização numa época onde não existia instituições intermédias e numa época em que a guerra manifestava-se pelo ocidente.
- obtinha a lealdade de nobres ( duques, marqueses, condes) ou eclesiásticos ( abades, bispos, etc).
- a fim de possuírem exércitos prontos a combater.
- este sistema desenvolviam-se a outros senhorios com base na fidelidade e lealdade
- outros direitos em troca da administração e da defesa: de banalidades ou portagens.
Metodologia
Método dedutivo
Método Indutivo.
Avaliação
Colectiva
Individualizada
Recursos:
Manual
Quadro
Alunos
Sumário
A organização senhorial no contexto da Europa Medieval.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Lição de 22 de Novembro de 2010
Os Reinos Bárbaros no século VI, Jacques Le Goff, A Civilização do Ocidente Medieval, volume I, in p.47
Competências a desenvolver:
-Referir as principais causas que determinar o sucesso germânico e a queda do Império Romano do Ocidente
-Relacionar as consequências das invasões germânicas com o fim do mundo antigo.
Linha de conteúdos:
- O sucesso germânico e a queda do Império Romano do Ocidente
. Não se tratavam de grandes exércitos do ponto de vista do número de efectivos.
. Sem oposição dos romanos devido o declínio da população e aumento da burocracia.
. A posição de comando de alguns germanos no interior das forças militares romanas
. A deslocação da população do Ocidente para Oriente mais rico e atractivo.
. A ruralização lenta mas progressiva da realidade ocidente.
- As consequências das invasões germânicas e o fim do mundo antigo.
. A ruralização definitiva do Ocidente.
. O campo com mais espaço de segurança e refúgio
. A queda demográfica e a decadência económica
. O caos político e anarquia num espaço onde a lei é substituído pela força.
. A crise nas artes e nas letras
. A igreja como fonte de unificação.
Recursos:
Quadro
Manual
Alunos
Metodologia:
Método expositivo
Método dedutivo
Avaliação
Individualizada
Sumário
As invasões germânicas o fim do mundo antigo.
Bibliografia
GUARDINA, René, O homem Romano, Lisboa, Presença, 1992.
GRIMMAL, Pierre, A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1998
LE GOFF, Jacques, A Civilização do Ocidente Medieval, Estampa, Lisboa, 1983.
PETIT, P., A Paz Romana, São Paulo, EDUSP, 1968.
ROSTOVTZEFF, M., História de Roma, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1977.
TEIXEIRA, A., A Herança de Roma, Mem Martins, Publicações Europa-América,2001.
domingo, 21 de novembro de 2010
Conteúdos a considerar no segundo momento de avaliação
2.1.2. – A unidade do mundo imperial:
- O processo de sistematização e codificação do direito romano.
- A progressiva extensão de cidadania no Império Romano.
2.2.3. A fixação de modelos artísticos:
- A escultura na época romana.
2.3. A integração de uma região periférica no Universo Imperial: A romanização da Península.
-A romanização da Península Ibérica.
-A organização da rede urbana no território português.
- Identifica os agentes da romanização.
3.1. O império universal romano e cristão.
- A difusão do Cristianismo no espaço romano.
- A igreja e o legado político-cultural clássico.
3.2. Prenúncios de uma nova geografia política.
A conjuntura política militar e a nova geografia da Europa.
- O processo de sistematização e codificação do direito romano.
- A progressiva extensão de cidadania no Império Romano.
2.2.3. A fixação de modelos artísticos:
- A escultura na época romana.
2.3. A integração de uma região periférica no Universo Imperial: A romanização da Península.
-A romanização da Península Ibérica.
-A organização da rede urbana no território português.
- Identifica os agentes da romanização.
3.1. O império universal romano e cristão.
- A difusão do Cristianismo no espaço romano.
- A igreja e o legado político-cultural clássico.
3.2. Prenúncios de uma nova geografia política.
A conjuntura política militar e a nova geografia da Europa.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
18 de Novembro de 2010
Competência a desenvolver
Explicar a conjuntura militar e a nova geografia da Europa
Linha de conteúdos:
A Conjuntura política militar da nova geografia da Europa.
O enfraquecimento do Império a partir do séc. II.
- Corrupção e dissolução de costumes.
- Instabilidade político-militar
- A desorganização económica e a prioridade com os gastos militares.
-A tetrarquia militar
-A divisão do Império e a decadência do Ocidente
-Constantinopla como sede do Império Romano do Oriente.
. Metodologia
Método Expositivo
Método Dedutivo
Recursos
Alunos
Manual
Quadro
Avaliação
Colectiva
Individualizada
Sumário
-A conjuntura política militar e a nova geografia do Ocidente.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa -América, 1993.
- KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002
Explicar a conjuntura militar e a nova geografia da Europa
Linha de conteúdos:
A Conjuntura política militar da nova geografia da Europa.
O enfraquecimento do Império a partir do séc. II.
- Corrupção e dissolução de costumes.
- Instabilidade político-militar
- A desorganização económica e a prioridade com os gastos militares.
-A tetrarquia militar
-A divisão do Império e a decadência do Ocidente
-Constantinopla como sede do Império Romano do Oriente.
. Metodologia
Método Expositivo
Método Dedutivo
Recursos
Alunos
Manual
Quadro
Avaliação
Colectiva
Individualizada
Sumário
-A conjuntura política militar e a nova geografia do Ocidente.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa -América, 1993.
- KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
17 de Novembro de 2010
Competências a desenvolver:
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
- Analisar o papel da Igreja romano - cristã na perpetuação do legado político -cultural.
Linha de conteúdos:
- Culto a vários deuses, a cultos locais e adopção de uma religião única o Cristianismo.
- espalham a mensagem de Cristo
. tolerância dos cultos locais desaparecem
. Édito de Milão – 313 - Liberdade de culto
. Édito de Teodósio – 380 – Convertido ao Cristianismo, aceitou o baptismo, religião oficial.
- O papel da Igreja romano -cristã na perpetuação do legado político - cultural.
. Igreja romano – cristã, defesa da unidade cristã
. Afirma a vocação universal. [império romano e um império universal].
. A escultura, os frescos e os mosaicos cristãos inspiram-se em modelos romanos.
. A filosofia clássica ao serviço da igreja romano cristã.
. O direito Romano esteve na base do Direito Canónico – questões administrativas e disciplinares.
. Construções romanas, por exemplo as basílicas romanas e as dádivas de outras construções.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:
- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O Cristianismo e o papel da igreja romana na perpetuação do legado político cultura – romana.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
- Analisar o papel da Igreja romano - cristã na perpetuação do legado político -cultural.
Linha de conteúdos:
- Culto a vários deuses, a cultos locais e adopção de uma religião única o Cristianismo.
- espalham a mensagem de Cristo
. tolerância dos cultos locais desaparecem
. Édito de Milão – 313 - Liberdade de culto
. Édito de Teodósio – 380 – Convertido ao Cristianismo, aceitou o baptismo, religião oficial.
- O papel da Igreja romano -cristã na perpetuação do legado político - cultural.
. Igreja romano – cristã, defesa da unidade cristã
. Afirma a vocação universal. [império romano e um império universal].
. A escultura, os frescos e os mosaicos cristãos inspiram-se em modelos romanos.
. A filosofia clássica ao serviço da igreja romano cristã.
. O direito Romano esteve na base do Direito Canónico – questões administrativas e disciplinares.
. Construções romanas, por exemplo as basílicas romanas e as dádivas de outras construções.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:
- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O Cristianismo e o papel da igreja romana na perpetuação do legado político cultura – romana.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
LIção de 15 de Novembro de 2010
Competências a desenvolver:
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
- Analisar o papel da Igreja romano - cristã na perpetuação do legado político -cultural.
Linha de conteúdos:
. tolerância dos cultos locais desaparecem
. Édito de Milão – 313 - Liberdade de culto
- liberdade de culto
- devolução de bens
- fim da perseguição aos cristãos
. Édito de Teodósio – 380 – Convertido ao Cristianismo, aceitou o baptismo, religião oficial.
- O papel da Igreja romano -cristã na perpetuação do legado político - cultural.
. Igreja romano – cristã, defesa da unidade cristã
. Afirma a vocação universal. [império romano e um império universal].
Factores que facilitaram a conversão de todos os habitantes do Império:
- Religião oficial do estado.
- Os templos pagãos são destruídos e convertidos em Igrejas.
- Cristianismo elemento de unidade no Impériio.
- Roma sede do Império e do cristianismo.
. A escultura, os frescos e os mosaicos cristãos inspiram-se em modelos romanos.
. A filosofia clássica ao serviço da igreja romano cristã.
. O direito Romano esteve na base do Direito Canónico – questões administrativas e disciplinares.
. Construções romanas, por exemplo as basílicas romanas e as dádivas de outras construções.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:
- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O Cristianismo e o papel da igreja romana na perpetuação do legado político cultura – romana.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
- Analisar o papel da Igreja romano - cristã na perpetuação do legado político -cultural.
Linha de conteúdos:
. tolerância dos cultos locais desaparecem
. Édito de Milão – 313 - Liberdade de culto
- liberdade de culto
- devolução de bens
- fim da perseguição aos cristãos
. Édito de Teodósio – 380 – Convertido ao Cristianismo, aceitou o baptismo, religião oficial.
- O papel da Igreja romano -cristã na perpetuação do legado político - cultural.
. Igreja romano – cristã, defesa da unidade cristã
. Afirma a vocação universal. [império romano e um império universal].
Factores que facilitaram a conversão de todos os habitantes do Império:
- Religião oficial do estado.
- Os templos pagãos são destruídos e convertidos em Igrejas.
- Cristianismo elemento de unidade no Impériio.
- Roma sede do Império e do cristianismo.
. A escultura, os frescos e os mosaicos cristãos inspiram-se em modelos romanos.
. A filosofia clássica ao serviço da igreja romano cristã.
. O direito Romano esteve na base do Direito Canónico – questões administrativas e disciplinares.
. Construções romanas, por exemplo as basílicas romanas e as dádivas de outras construções.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:
- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O Cristianismo e o papel da igreja romana na perpetuação do legado político cultura – romana.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Lição de 11 de Novembro de 2011
Competências a desenvolver:
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
Linha de conteúdos:
- Culto a vários deuses, a cultos locais e adopção de uma religião única o Cristianismo.
. nascimento de Jesus Cristo, na Judeia Nazaré.
. vida adulta, dois anos de cristianização.
- Pregação
. fé em deus única igualdade de todos perante a lei.
. sem distinção da raça
. amor ao próximo
. fraternidade e humidade
-Perseguidos pelo Império à medida que se difunde a sua mensagem:
. era uma ameaça ao imperio.
. excelente rede de comunicações.
. intensa envagelização e corojosa resistência por parte dos apóstolos.
. ampliação das catacumbas como fomento da difusão do culto cristão.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O nascimento do Cristianismo e o fundamento da nova fé.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
Linha de conteúdos:
- Culto a vários deuses, a cultos locais e adopção de uma religião única o Cristianismo.
. nascimento de Jesus Cristo, na Judeia Nazaré.
. vida adulta, dois anos de cristianização.
- Pregação
. fé em deus única igualdade de todos perante a lei.
. sem distinção da raça
. amor ao próximo
. fraternidade e humidade
-Perseguidos pelo Império à medida que se difunde a sua mensagem:
. era uma ameaça ao imperio.
. excelente rede de comunicações.
. intensa envagelização e corojosa resistência por parte dos apóstolos.
. ampliação das catacumbas como fomento da difusão do culto cristão.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O nascimento do Cristianismo e o fundamento da nova fé.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Lição de 10 de Novembro de 2010
Competências a desenvolver:
Caracterizar o processo de romanização na Península Ibérica.
Identificação do modelo romano na organização da rede urbana no actual território português.
Linha de conteúdos:
- A romanização de Península Ibérica.
. processo é difícil nos fins do séc. III, tendo terminado no séc. I
. prolonga-se durante quase dois séculos
. o avanço romano fez-se de forma rápida
. oposição dos lusitanos ao domínio estrangeiro.
. divisão em três províncias
- Organização da rede urbana no actual território português
Cidade greco-romano
. racionalidade no traçado dos arruamentos, daí a planta ortogonal.
. existência de edifícios públicos, sedes da vida religiosa, administrativa, cultural e comercial
- modelo urbanístico próprio de Roma
. fórum - cúria, basílica e templos – centro religioso, administrativo e comercial.
. teatro e anfi – teatro – como lugares de lazer e cultura
. circo.
. aquedutos
. os centros urbanos foram os locais privilegiados da romanização dos indígenas.
. as villas rústicas.
- Os agentes da romanização:
. As legiões portadores da cultura Romana.
. integração de hispânicos nos exércitos
. miscegenação
. os imigrantes romanos que durante a República, vieram para a Península Ibérica, atraídos pelas riquezas , a que se juntou, aos a conquista, uma imigração de elite – magistrados e funcionários.
- o latim
- O modelo de administração pública semelhantes em todo o Império
. o direito romano – válido para todos e estabelecia uma ordem.
. progressiva concessão do direito de cidadania.
- excelente rede de estradas e pontes.
embora para fins militares
.finalidade administrativa e essencial para o desenvolvimento económico.
- construções e urbanizações.
Metodologia:
Método expositivo
Método dedutivo
Método comparativo
Avaliação
Colectiva
Recursos:
Quadro
Alunos
Manual
Sumário
A Romanização da Península Ibérica.
Bibliografia:
- BORDET. M., Síntese da História de Roma, Porto, ASA, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa -América, 1993
- KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo 2006.
- STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
Caracterizar o processo de romanização na Península Ibérica.
Identificação do modelo romano na organização da rede urbana no actual território português.
Linha de conteúdos:
- A romanização de Península Ibérica.
. processo é difícil nos fins do séc. III, tendo terminado no séc. I
. prolonga-se durante quase dois séculos
. o avanço romano fez-se de forma rápida
. oposição dos lusitanos ao domínio estrangeiro.
. divisão em três províncias
- Organização da rede urbana no actual território português
Cidade greco-romano
. racionalidade no traçado dos arruamentos, daí a planta ortogonal.
. existência de edifícios públicos, sedes da vida religiosa, administrativa, cultural e comercial
- modelo urbanístico próprio de Roma
. fórum - cúria, basílica e templos – centro religioso, administrativo e comercial.
. teatro e anfi – teatro – como lugares de lazer e cultura
. circo.
. aquedutos
. os centros urbanos foram os locais privilegiados da romanização dos indígenas.
. as villas rústicas.
- Os agentes da romanização:
. As legiões portadores da cultura Romana.
. integração de hispânicos nos exércitos
. miscegenação
. os imigrantes romanos que durante a República, vieram para a Península Ibérica, atraídos pelas riquezas , a que se juntou, aos a conquista, uma imigração de elite – magistrados e funcionários.
- o latim
- O modelo de administração pública semelhantes em todo o Império
. o direito romano – válido para todos e estabelecia uma ordem.
. progressiva concessão do direito de cidadania.
- excelente rede de estradas e pontes.
embora para fins militares
.finalidade administrativa e essencial para o desenvolvimento económico.
- construções e urbanizações.
Metodologia:
Método expositivo
Método dedutivo
Método comparativo
Avaliação
Colectiva
Recursos:
Quadro
Alunos
Manual
Sumário
A Romanização da Península Ibérica.
Bibliografia:
- BORDET. M., Síntese da História de Roma, Porto, ASA, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa -América, 1993
- KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo 2006.
- STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Lição de 8 de Novembro de 2010
Competências a desenvolver:
Explicar a forma de organização de uma rede escola uniformizada no império romano
Linha de conteúdos:
A forma de organização da rede escolar uniformizada no Império Romana.
. Seguiu uma educação o mais completa possível em termos físicos e intelectuais tal como na Grécia
. Aos 7 anos os jovens iniciavam os seus estudos junto das escolas públicas situadas nos pórticos do Fórum e desenvolviam a sua actividade sob orientação de três mestres:
. O literator, que ensinava a ler, escrever e contar. E eram frequentadas por todas as crianças da cidade – que correspondia ao ensino primário.
-Nesta fase a escola era exigente utilizando castigos violentos as crianças que não cumpriam. De resto às crianças e os jovens, ensinavam a respeitar os mais velhos, venerar os deuses e a orgulharem-se de Roma e Império.
. O grammaticus – que aprofundava o estudo da língua, da literatura e da histórias pátrias, bem como a do cálculo e da geometria. As suas aulas eram praticamente frequentadas pelos rapazes e eram poucas as raparidas que chegavam a este nível – que correspondia ao ensino secundário.
. O rethor – que completava a formação intelectual, centrado na retórica e oratória – que corresponde ao ensino superior – permitia-lhes singrar na vida pública no âmbito da função pública e da vida política. Nas cidades gregas e helenísticas onde ensinavam os grandes mestres da matemática e filosofia.
A rede escolar era fundamental para assegurar a unificação cultural do Império e o Estado determinava que:
. As autoridades municipais deviam assegurar a criação de escolas e os seus custos.
Proteger e conceder privilégios aos professores em termos fiscais
Custeou a actividade de alguns gramáticos e retóricos, a fim de tornar o ensino gratuito.
Metodologia:
Método dedutivo
Método indutivo.
Método comparativo
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos
Alunos
Manual
Quadro
Sumário :
A rede escolar e a sua importância na unificação cultural do Império.
Bibliografia:
- BORDET. M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
- GLARSDINAS, O homem romano, Lisboa, Presença, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida em Roma na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993.
- KEMP, M.,História da Arte do Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
