12º Ano de escolaridade
Ano Lectivo de 2012-2012
sábado, 17 de março de 2012
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
4ºLição, 23 de Setembro de 2010.
-Competências a desenvolver:
- Analisar as condições que determinaram a Revolução de Fevereiro de 1917.
- Relacionar a constestação dos sovietes ao poder burguês com o desencadear da Revolução de Outubro de 1917.
-Explicar o processo de construção do modelo soviético no contexto do centralismo democrático.
Linha de conteúdos:-
O proceso de construção do modelo soviético:
-Os decretos revolucionários:
. da paz
. da nacionalidade
. da terra
-O Comunismo de guerra:
. Crise económica amplia-se com a expropriação das terras.
. Lenine procura defender a revolução.
. Início da guerra Civil.
.Estabelecimento do comunismo de guerra.
-Centralismo democrático:
.censura à imprensa.
.estado autoritário.
. democracia dos sovietes.
. ditadura do proletariado.
-Estratégia:-
Leitura e interpretação de documentos do manual – nº 18 /19
Metodologia:-
Método Expositivo.
Método Dedutivo.
Método Interrogativo
Método Comparativo.
Avaliação
Individualizada
Sumário:
O processo de construção do modelo soviético no contexto do centralismo democrático.
Bibliografia:-
.BRUNET, J & LAUNAY (1999), Entre as Duas Guerras, 1914-1915, Lisboa, Dom Queixote.
DROZ, A.B., História do séc. XX (4 Vols.) Lisboa, Publicação Dom Queixote.
HOBSBAWN, E., A Era dos Extremos, História Breve do Século XX, 1914-1991, Lisboa, Presença.
MILZA, P., As relações Internacionais de 1918 a 1939. Lisboa. Edições 70
- Analisar as condições que determinaram a Revolução de Fevereiro de 1917.
- Relacionar a constestação dos sovietes ao poder burguês com o desencadear da Revolução de Outubro de 1917.
-Explicar o processo de construção do modelo soviético no contexto do centralismo democrático.
Linha de conteúdos:-
O proceso de construção do modelo soviético:
-Os decretos revolucionários:
. da paz
. da nacionalidade
. da terra
-O Comunismo de guerra:
. Crise económica amplia-se com a expropriação das terras.
. Lenine procura defender a revolução.
. Início da guerra Civil.
.Estabelecimento do comunismo de guerra.
-Centralismo democrático:
.censura à imprensa.
.estado autoritário.
. democracia dos sovietes.
. ditadura do proletariado.
-Estratégia:-
Leitura e interpretação de documentos do manual – nº 18 /19
Metodologia:-
Método Expositivo.
Método Dedutivo.
Método Interrogativo
Método Comparativo.
Avaliação
Individualizada
Sumário:
O processo de construção do modelo soviético no contexto do centralismo democrático.
Bibliografia:-
.BRUNET, J & LAUNAY (1999), Entre as Duas Guerras, 1914-1915, Lisboa, Dom Queixote.
DROZ, A.B., História do séc. XX (4 Vols.) Lisboa, Publicação Dom Queixote.
HOBSBAWN, E., A Era dos Extremos, História Breve do Século XX, 1914-1991, Lisboa, Presença.
MILZA, P., As relações Internacionais de 1918 a 1939. Lisboa. Edições 70
domingo, 28 de novembro de 2010
Lição de 25 de Novembro de 2010
Competências a desenvolver:
Analisar a afirmação e o reforço do poder real na Europa Medieval no Ocidente.
Explicar a restauração da noção de Império na Europa Ocidental.
Linha de conteúdos:
O poder real na Europa Medieval no Ocidente
- O rei é o chefe de estado ou da nação.
- o poder era de origen divina (reconquista/Península Ibérica).
- o triunfo sobre o Islão permitiu a divisão da terra pela nobreza.
- em França o Rei era o suserano dos suseranos
- estavam ligados por laços de vassalagem
- superioridade hereditária e de uma familia
A noção de Império na Europa Ocidental:. Carlos Magno (800).
.Tratado de Verdum (843)
--- Carlos Magno (843)
--- Carlos ( França Ocidental)
--- Lotário (França Oriental)
--- Luís (Germânico)
. rei Germânico (Otão I) – foi coroado pelo papa D. João XII
. O imperador garante novamente o poder temporal do Papa sobre o Património de S. Pedro.
. mas em troca exige que nenhum papa seja eleito sem conhecimento
. durante um século usarão esse direito.
Recursos
Alunos
Quadro
Metodologia
Método dedutivo
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Sumário:
A noção de Império na Europa Ocidental.
Bibliografia:
BONASSIÉ, P., Dicionário de História Medieval, Lisboa, Queixote, 1986
BURNS, E.M., História da Civilização Medieval, Lisboa, Dom Queixote,1985
DUCELLIERA, A.,A Idade Média no Oriente, Bizâncio e o Islão, Dom Queixote,1994.
LE GOFF, J., O Homem Medieval, Lisboa, Presença, 1999.
Analisar a afirmação e o reforço do poder real na Europa Medieval no Ocidente.
Explicar a restauração da noção de Império na Europa Ocidental.
Linha de conteúdos:
O poder real na Europa Medieval no Ocidente
- O rei é o chefe de estado ou da nação.
- o poder era de origen divina (reconquista/Península Ibérica).
- o triunfo sobre o Islão permitiu a divisão da terra pela nobreza.
- em França o Rei era o suserano dos suseranos
- estavam ligados por laços de vassalagem
- superioridade hereditária e de uma familia
A noção de Império na Europa Ocidental:. Carlos Magno (800).
.Tratado de Verdum (843)
--- Carlos Magno (843)
--- Carlos ( França Ocidental)
--- Lotário (França Oriental)
--- Luís (Germânico)
. rei Germânico (Otão I) – foi coroado pelo papa D. João XII
. O imperador garante novamente o poder temporal do Papa sobre o Património de S. Pedro.
. mas em troca exige que nenhum papa seja eleito sem conhecimento
. durante um século usarão esse direito.
Recursos
Alunos
Quadro
Metodologia
Método dedutivo
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Sumário:
A noção de Império na Europa Ocidental.
Bibliografia:
BONASSIÉ, P., Dicionário de História Medieval, Lisboa, Queixote, 1986
BURNS, E.M., História da Civilização Medieval, Lisboa, Dom Queixote,1985
DUCELLIERA, A.,A Idade Média no Oriente, Bizâncio e o Islão, Dom Queixote,1994.
LE GOFF, J., O Homem Medieval, Lisboa, Presença, 1999.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Lição de 24 de Novembro de 2010.
Competências a desenvolver
Caracterizar a organização senhorial no contexto da Europa Medieval.
Linha de conteúdos
. O senhorio:
- O nível local, o poder sobre as populações locais era exercido por um senhor laico e eclesiástico
- forma de organização numa época onde não existia instituições intermédias e numa época em que a guerra manifestava-se pelo ocidente.
- obtinha a lealdade de nobres ( duques, marqueses, condes) ou eclesiásticos ( abades, bispos, etc).
- a fim de possuírem exércitos prontos a combater.
- este sistema desenvolviam-se a outros senhorios com base na fidelidade e lealdade
- outros direitos em troca da administração e da defesa: de banalidades ou portagens.
Metodologia
Método dedutivo
Método Indutivo.
Avaliação
Colectiva
Individualizada
Recursos:
Manual
Quadro
Alunos
Sumário
A organização senhorial no contexto da Europa Medieval.
Caracterizar a organização senhorial no contexto da Europa Medieval.
Linha de conteúdos
. O senhorio:
- O nível local, o poder sobre as populações locais era exercido por um senhor laico e eclesiástico
- forma de organização numa época onde não existia instituições intermédias e numa época em que a guerra manifestava-se pelo ocidente.
- obtinha a lealdade de nobres ( duques, marqueses, condes) ou eclesiásticos ( abades, bispos, etc).
- a fim de possuírem exércitos prontos a combater.
- este sistema desenvolviam-se a outros senhorios com base na fidelidade e lealdade
- outros direitos em troca da administração e da defesa: de banalidades ou portagens.
Metodologia
Método dedutivo
Método Indutivo.
Avaliação
Colectiva
Individualizada
Recursos:
Manual
Quadro
Alunos
Sumário
A organização senhorial no contexto da Europa Medieval.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Lição de 22 de Novembro de 2010
Os Reinos Bárbaros no século VI, Jacques Le Goff, A Civilização do Ocidente Medieval, volume I, in p.47
Competências a desenvolver:
-Referir as principais causas que determinar o sucesso germânico e a queda do Império Romano do Ocidente
-Relacionar as consequências das invasões germânicas com o fim do mundo antigo.
Linha de conteúdos:
- O sucesso germânico e a queda do Império Romano do Ocidente
. Não se tratavam de grandes exércitos do ponto de vista do número de efectivos.
. Sem oposição dos romanos devido o declínio da população e aumento da burocracia.
. A posição de comando de alguns germanos no interior das forças militares romanas
. A deslocação da população do Ocidente para Oriente mais rico e atractivo.
. A ruralização lenta mas progressiva da realidade ocidente.
- As consequências das invasões germânicas e o fim do mundo antigo.
. A ruralização definitiva do Ocidente.
. O campo com mais espaço de segurança e refúgio
. A queda demográfica e a decadência económica
. O caos político e anarquia num espaço onde a lei é substituído pela força.
. A crise nas artes e nas letras
. A igreja como fonte de unificação.
Recursos:
Quadro
Manual
Alunos
Metodologia:
Método expositivo
Método dedutivo
Avaliação
Individualizada
Sumário
As invasões germânicas o fim do mundo antigo.
Bibliografia
GUARDINA, René, O homem Romano, Lisboa, Presença, 1992.
GRIMMAL, Pierre, A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1998
LE GOFF, Jacques, A Civilização do Ocidente Medieval, Estampa, Lisboa, 1983.
PETIT, P., A Paz Romana, São Paulo, EDUSP, 1968.
ROSTOVTZEFF, M., História de Roma, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1977.
TEIXEIRA, A., A Herança de Roma, Mem Martins, Publicações Europa-América,2001.
domingo, 21 de novembro de 2010
Conteúdos a considerar no segundo momento de avaliação
2.1.2. – A unidade do mundo imperial:
- O processo de sistematização e codificação do direito romano.
- A progressiva extensão de cidadania no Império Romano.
2.2.3. A fixação de modelos artísticos:
- A escultura na época romana.
2.3. A integração de uma região periférica no Universo Imperial: A romanização da Península.
-A romanização da Península Ibérica.
-A organização da rede urbana no território português.
- Identifica os agentes da romanização.
3.1. O império universal romano e cristão.
- A difusão do Cristianismo no espaço romano.
- A igreja e o legado político-cultural clássico.
3.2. Prenúncios de uma nova geografia política.
A conjuntura política militar e a nova geografia da Europa.
- O processo de sistematização e codificação do direito romano.
- A progressiva extensão de cidadania no Império Romano.
2.2.3. A fixação de modelos artísticos:
- A escultura na época romana.
2.3. A integração de uma região periférica no Universo Imperial: A romanização da Península.
-A romanização da Península Ibérica.
-A organização da rede urbana no território português.
- Identifica os agentes da romanização.
3.1. O império universal romano e cristão.
- A difusão do Cristianismo no espaço romano.
- A igreja e o legado político-cultural clássico.
3.2. Prenúncios de uma nova geografia política.
A conjuntura política militar e a nova geografia da Europa.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
18 de Novembro de 2010
Competência a desenvolver
Explicar a conjuntura militar e a nova geografia da Europa
Linha de conteúdos:
A Conjuntura política militar da nova geografia da Europa.
O enfraquecimento do Império a partir do séc. II.
- Corrupção e dissolução de costumes.
- Instabilidade político-militar
- A desorganização económica e a prioridade com os gastos militares.
-A tetrarquia militar
-A divisão do Império e a decadência do Ocidente
-Constantinopla como sede do Império Romano do Oriente.
. Metodologia
Método Expositivo
Método Dedutivo
Recursos
Alunos
Manual
Quadro
Avaliação
Colectiva
Individualizada
Sumário
-A conjuntura política militar e a nova geografia do Ocidente.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa -América, 1993.
- KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002
Explicar a conjuntura militar e a nova geografia da Europa
Linha de conteúdos:
A Conjuntura política militar da nova geografia da Europa.
O enfraquecimento do Império a partir do séc. II.
- Corrupção e dissolução de costumes.
- Instabilidade político-militar
- A desorganização económica e a prioridade com os gastos militares.
-A tetrarquia militar
-A divisão do Império e a decadência do Ocidente
-Constantinopla como sede do Império Romano do Oriente.
. Metodologia
Método Expositivo
Método Dedutivo
Recursos
Alunos
Manual
Quadro
Avaliação
Colectiva
Individualizada
Sumário
-A conjuntura política militar e a nova geografia do Ocidente.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa -América, 1993.
- KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
17 de Novembro de 2010
Competências a desenvolver:
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
- Analisar o papel da Igreja romano - cristã na perpetuação do legado político -cultural.
Linha de conteúdos:
- Culto a vários deuses, a cultos locais e adopção de uma religião única o Cristianismo.
- espalham a mensagem de Cristo
. tolerância dos cultos locais desaparecem
. Édito de Milão – 313 - Liberdade de culto
. Édito de Teodósio – 380 – Convertido ao Cristianismo, aceitou o baptismo, religião oficial.
- O papel da Igreja romano -cristã na perpetuação do legado político - cultural.
. Igreja romano – cristã, defesa da unidade cristã
. Afirma a vocação universal. [império romano e um império universal].
. A escultura, os frescos e os mosaicos cristãos inspiram-se em modelos romanos.
. A filosofia clássica ao serviço da igreja romano cristã.
. O direito Romano esteve na base do Direito Canónico – questões administrativas e disciplinares.
. Construções romanas, por exemplo as basílicas romanas e as dádivas de outras construções.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:
- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O Cristianismo e o papel da igreja romana na perpetuação do legado político cultura – romana.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
- Analisar o papel da Igreja romano - cristã na perpetuação do legado político -cultural.
Linha de conteúdos:
- Culto a vários deuses, a cultos locais e adopção de uma religião única o Cristianismo.
- espalham a mensagem de Cristo
. tolerância dos cultos locais desaparecem
. Édito de Milão – 313 - Liberdade de culto
. Édito de Teodósio – 380 – Convertido ao Cristianismo, aceitou o baptismo, religião oficial.
- O papel da Igreja romano -cristã na perpetuação do legado político - cultural.
. Igreja romano – cristã, defesa da unidade cristã
. Afirma a vocação universal. [império romano e um império universal].
. A escultura, os frescos e os mosaicos cristãos inspiram-se em modelos romanos.
. A filosofia clássica ao serviço da igreja romano cristã.
. O direito Romano esteve na base do Direito Canónico – questões administrativas e disciplinares.
. Construções romanas, por exemplo as basílicas romanas e as dádivas de outras construções.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:
- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O Cristianismo e o papel da igreja romana na perpetuação do legado político cultura – romana.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
LIção de 15 de Novembro de 2010
Competências a desenvolver:
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
- Analisar o papel da Igreja romano - cristã na perpetuação do legado político -cultural.
Linha de conteúdos:
. tolerância dos cultos locais desaparecem
. Édito de Milão – 313 - Liberdade de culto
- liberdade de culto
- devolução de bens
- fim da perseguição aos cristãos
. Édito de Teodósio – 380 – Convertido ao Cristianismo, aceitou o baptismo, religião oficial.
- O papel da Igreja romano -cristã na perpetuação do legado político - cultural.
. Igreja romano – cristã, defesa da unidade cristã
. Afirma a vocação universal. [império romano e um império universal].
Factores que facilitaram a conversão de todos os habitantes do Império:
- Religião oficial do estado.
- Os templos pagãos são destruídos e convertidos em Igrejas.
- Cristianismo elemento de unidade no Impériio.
- Roma sede do Império e do cristianismo.
. A escultura, os frescos e os mosaicos cristãos inspiram-se em modelos romanos.
. A filosofia clássica ao serviço da igreja romano cristã.
. O direito Romano esteve na base do Direito Canónico – questões administrativas e disciplinares.
. Construções romanas, por exemplo as basílicas romanas e as dádivas de outras construções.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:
- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O Cristianismo e o papel da igreja romana na perpetuação do legado político cultura – romana.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
- Analisar o papel da Igreja romano - cristã na perpetuação do legado político -cultural.
Linha de conteúdos:
. tolerância dos cultos locais desaparecem
. Édito de Milão – 313 - Liberdade de culto
- liberdade de culto
- devolução de bens
- fim da perseguição aos cristãos
. Édito de Teodósio – 380 – Convertido ao Cristianismo, aceitou o baptismo, religião oficial.
- O papel da Igreja romano -cristã na perpetuação do legado político - cultural.
. Igreja romano – cristã, defesa da unidade cristã
. Afirma a vocação universal. [império romano e um império universal].
Factores que facilitaram a conversão de todos os habitantes do Império:
- Religião oficial do estado.
- Os templos pagãos são destruídos e convertidos em Igrejas.
- Cristianismo elemento de unidade no Impériio.
- Roma sede do Império e do cristianismo.
. A escultura, os frescos e os mosaicos cristãos inspiram-se em modelos romanos.
. A filosofia clássica ao serviço da igreja romano cristã.
. O direito Romano esteve na base do Direito Canónico – questões administrativas e disciplinares.
. Construções romanas, por exemplo as basílicas romanas e as dádivas de outras construções.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:
- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O Cristianismo e o papel da igreja romana na perpetuação do legado político cultura – romana.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Lição de 11 de Novembro de 2011
Competências a desenvolver:
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
Linha de conteúdos:
- Culto a vários deuses, a cultos locais e adopção de uma religião única o Cristianismo.
. nascimento de Jesus Cristo, na Judeia Nazaré.
. vida adulta, dois anos de cristianização.
- Pregação
. fé em deus única igualdade de todos perante a lei.
. sem distinção da raça
. amor ao próximo
. fraternidade e humidade
-Perseguidos pelo Império à medida que se difunde a sua mensagem:
. era uma ameaça ao imperio.
. excelente rede de comunicações.
. intensa envagelização e corojosa resistência por parte dos apóstolos.
. ampliação das catacumbas como fomento da difusão do culto cristão.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O nascimento do Cristianismo e o fundamento da nova fé.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
- Explicar o processo de evolução dos cultos locais ao Cristianismo.
Linha de conteúdos:
- Culto a vários deuses, a cultos locais e adopção de uma religião única o Cristianismo.
. nascimento de Jesus Cristo, na Judeia Nazaré.
. vida adulta, dois anos de cristianização.
- Pregação
. fé em deus única igualdade de todos perante a lei.
. sem distinção da raça
. amor ao próximo
. fraternidade e humidade
-Perseguidos pelo Império à medida que se difunde a sua mensagem:
. era uma ameaça ao imperio.
. excelente rede de comunicações.
. intensa envagelização e corojosa resistência por parte dos apóstolos.
. ampliação das catacumbas como fomento da difusão do culto cristão.
Metodologia:
Método dedutivo.
Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos:- Alunos
- Manual
- Quadro
Sumário:
- O nascimento do Cristianismo e o fundamento da nova fé.
Bibliografia:
- BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Lição de 10 de Novembro de 2010
Competências a desenvolver:
Caracterizar o processo de romanização na Península Ibérica.
Identificação do modelo romano na organização da rede urbana no actual território português.
Linha de conteúdos:
- A romanização de Península Ibérica.
. processo é difícil nos fins do séc. III, tendo terminado no séc. I
. prolonga-se durante quase dois séculos
. o avanço romano fez-se de forma rápida
. oposição dos lusitanos ao domínio estrangeiro.
. divisão em três províncias
- Organização da rede urbana no actual território português
Cidade greco-romano
. racionalidade no traçado dos arruamentos, daí a planta ortogonal.
. existência de edifícios públicos, sedes da vida religiosa, administrativa, cultural e comercial
- modelo urbanístico próprio de Roma
. fórum - cúria, basílica e templos – centro religioso, administrativo e comercial.
. teatro e anfi – teatro – como lugares de lazer e cultura
. circo.
. aquedutos
. os centros urbanos foram os locais privilegiados da romanização dos indígenas.
. as villas rústicas.
- Os agentes da romanização:
. As legiões portadores da cultura Romana.
. integração de hispânicos nos exércitos
. miscegenação
. os imigrantes romanos que durante a República, vieram para a Península Ibérica, atraídos pelas riquezas , a que se juntou, aos a conquista, uma imigração de elite – magistrados e funcionários.
- o latim
- O modelo de administração pública semelhantes em todo o Império
. o direito romano – válido para todos e estabelecia uma ordem.
. progressiva concessão do direito de cidadania.
- excelente rede de estradas e pontes.
embora para fins militares
.finalidade administrativa e essencial para o desenvolvimento económico.
- construções e urbanizações.
Metodologia:
Método expositivo
Método dedutivo
Método comparativo
Avaliação
Colectiva
Recursos:
Quadro
Alunos
Manual
Sumário
A Romanização da Península Ibérica.
Bibliografia:
- BORDET. M., Síntese da História de Roma, Porto, ASA, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa -América, 1993
- KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo 2006.
- STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
Caracterizar o processo de romanização na Península Ibérica.
Identificação do modelo romano na organização da rede urbana no actual território português.
Linha de conteúdos:
- A romanização de Península Ibérica.
. processo é difícil nos fins do séc. III, tendo terminado no séc. I
. prolonga-se durante quase dois séculos
. o avanço romano fez-se de forma rápida
. oposição dos lusitanos ao domínio estrangeiro.
. divisão em três províncias
- Organização da rede urbana no actual território português
Cidade greco-romano
. racionalidade no traçado dos arruamentos, daí a planta ortogonal.
. existência de edifícios públicos, sedes da vida religiosa, administrativa, cultural e comercial
- modelo urbanístico próprio de Roma
. fórum - cúria, basílica e templos – centro religioso, administrativo e comercial.
. teatro e anfi – teatro – como lugares de lazer e cultura
. circo.
. aquedutos
. os centros urbanos foram os locais privilegiados da romanização dos indígenas.
. as villas rústicas.
- Os agentes da romanização:
. As legiões portadores da cultura Romana.
. integração de hispânicos nos exércitos
. miscegenação
. os imigrantes romanos que durante a República, vieram para a Península Ibérica, atraídos pelas riquezas , a que se juntou, aos a conquista, uma imigração de elite – magistrados e funcionários.
- o latim
- O modelo de administração pública semelhantes em todo o Império
. o direito romano – válido para todos e estabelecia uma ordem.
. progressiva concessão do direito de cidadania.
- excelente rede de estradas e pontes.
embora para fins militares
.finalidade administrativa e essencial para o desenvolvimento económico.
- construções e urbanizações.
Metodologia:
Método expositivo
Método dedutivo
Método comparativo
Avaliação
Colectiva
Recursos:
Quadro
Alunos
Manual
Sumário
A Romanização da Península Ibérica.
Bibliografia:
- BORDET. M., Síntese da História de Roma, Porto, ASA, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Europa -América, 1993
- KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo 2006.
- STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Lição de 8 de Novembro de 2010
Competências a desenvolver:
Explicar a forma de organização de uma rede escola uniformizada no império romano
Linha de conteúdos:
A forma de organização da rede escolar uniformizada no Império Romana.
. Seguiu uma educação o mais completa possível em termos físicos e intelectuais tal como na Grécia
. Aos 7 anos os jovens iniciavam os seus estudos junto das escolas públicas situadas nos pórticos do Fórum e desenvolviam a sua actividade sob orientação de três mestres:
. O literator, que ensinava a ler, escrever e contar. E eram frequentadas por todas as crianças da cidade – que correspondia ao ensino primário.
-Nesta fase a escola era exigente utilizando castigos violentos as crianças que não cumpriam. De resto às crianças e os jovens, ensinavam a respeitar os mais velhos, venerar os deuses e a orgulharem-se de Roma e Império.
. O grammaticus – que aprofundava o estudo da língua, da literatura e da histórias pátrias, bem como a do cálculo e da geometria. As suas aulas eram praticamente frequentadas pelos rapazes e eram poucas as raparidas que chegavam a este nível – que correspondia ao ensino secundário.
. O rethor – que completava a formação intelectual, centrado na retórica e oratória – que corresponde ao ensino superior – permitia-lhes singrar na vida pública no âmbito da função pública e da vida política. Nas cidades gregas e helenísticas onde ensinavam os grandes mestres da matemática e filosofia.
A rede escolar era fundamental para assegurar a unificação cultural do Império e o Estado determinava que:
. As autoridades municipais deviam assegurar a criação de escolas e os seus custos.
Proteger e conceder privilégios aos professores em termos fiscais
Custeou a actividade de alguns gramáticos e retóricos, a fim de tornar o ensino gratuito.
Metodologia:
Método dedutivo
Método indutivo.
Método comparativo
Avaliação
Individualizada
Colectiva
Recursos
Alunos
Manual
Quadro
Sumário :
A rede escolar e a sua importância na unificação cultural do Império.
Bibliografia:
- BORDET. M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
- GLARSDINAS, O homem romano, Lisboa, Presença, 1991.
- GRIMMAL, P., A vida em Roma na Antiguidade, Mem Martins, Europa-América, 1993.
- KEMP, M.,História da Arte do Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Lição de 28 de Outubro de 2010
Competências a desenvolver:
- Analisar as principais características da tipologia do retrato na época Romana.
- Referir a função e as formas de representação do relevo romano.
-Linha de conteúdos:
- As principais características da tipologia do retrato na época Romana:
. o retrato, ligado ao culto dos mortos e à tradição de modelar as esfinges dos defuntos (carácter realista).
. Com a República e através das conquistas vão difundir o retrato do período clássico e helenístico, nomeadamente na representação do retrato e não na representação formal do nu clássico. (doc.24- p.100)
Método dedutivo
Método comparativo
Avaliação
Colectiva
Recursos
Manual
Alunos
Quadro
Sumário
A escultura e o relevo na civilização romana.
Bibliografia:
-BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
-GLASRDINAS, A., O homem romano, Lisboa, Presença, 1991.
-GRIMMAL, P., A vida em Roma na Antiguidade, Mem Martin, Europa – América, 1993.
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
- Analisar as principais características da tipologia do retrato na época Romana.
- Referir a função e as formas de representação do relevo romano.
-Linha de conteúdos:
- As principais características da tipologia do retrato na época Romana:
. o retrato, ligado ao culto dos mortos e à tradição de modelar as esfinges dos defuntos (carácter realista).
. Com a República e através das conquistas vão difundir o retrato do período clássico e helenístico, nomeadamente na representação do retrato e não na representação formal do nu clássico. (doc.24- p.100)
-Evolução do retrato:
. Na tradição etrusca as primeiras representações eram mascaras de cera de culto aos antepassadas passando a representações em mármore em que o homenageado surge representado com os bustos dos antepassados (retrato do patrício romano – p.101).
. O retrato - que traduzia as características fisionómicas ( de olhos, sobrancelhas), boca, cabelo e a barba) e as marcas do tempo e do sofrimento humano. (ex. Sila (chefe militar) e Adriano (filosofo).. A estátua – retrato – realizada com fins públicos, como a estátua de Augusto ( doc.4 –P.76), em que o imperador é nitidamente representado segundo a influência da escultura grega. O corpo de herói, mas seguindo as proporções e posições, determinadas por Policleto. Representa o Chefe e simultaneamente o Deus.
. A estátua equestre em que o imperador é representado a cavalo
- A função e as formas de representação do relevo romano:
. Fins ornamentais, comemorativos e narrativos ou histórico.
.O relevo ocupava :- estelas funerárias, túmulos, altares ( p.78 –doc.6), arcos triunfais ou colunas.
Vários exemplos:
.Aras Pacis – altar ricamente decorado para celebrar a paz. Destaca-se dois tipos de painéis os que apresentam elementos gregos, marcados pelo gosto pela idealização, proporção e perfeição, de temática vegetalista; e os painéis de matriz romana, sentido descritivo onde se verifica a idealização dos diferentes elementos da família real.
.Arcos de Triunfo - Exemplo de relevo comemorativo que consagra as vitórias dos imperador romanos (p.102. doc. B)
.Colunas – Relevo domina a arquitectura visto que esta, como forma de coluna é o suporte daquele (102 doc.A)
.Sarcófagos – Inicialmente caracterizado por um medalhão que representava o retrato de um defundo, mais tarde estão associados temas mitológicos e episódios à vida do morto.
MetodologiaMétodo dedutivo
Método comparativo
Avaliação
Colectiva
Recursos
Manual
Alunos
Quadro
Sumário
A escultura e o relevo na civilização romana.
Bibliografia:
-BORDET, M., Síntese da História de Roma, Porto, Asa, 1991.
-GLASRDINAS, A., O homem romano, Lisboa, Presença, 1991.
-GRIMMAL, P., A vida em Roma na Antiguidade, Mem Martin, Europa – América, 1993.
-KEMP, M., História da Arte no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2006.
-STERLING, H., O Império Romano, Lisboa, Taschen, 2002.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Lição de 27 de Outubro de 2010.
Competências a desenvolver:
Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Explicar a importância do urbanismo no território imperial.
Linhas de conteúdos:
- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.
Roma afirmou-se como:
.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.
. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia
Metodologia:
Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.
Recursos:
Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75
Sumário:
A progressiva extensão de cidadania.A organização estrutural da cidade romana na época clássica.
Bibliografia:
CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Explicar a importância do urbanismo no território imperial.
Linhas de conteúdos:
- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.
Roma afirmou-se como:
.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.
. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia
Metodologia:
Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.
Recursos:
Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75
Sumário:
A progressiva extensão de cidadania.A organização estrutural da cidade romana na época clássica.
Bibliografia:
CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Lição de 25 de Outubro de 2010
Competências a desenvolver:
- Explicar o funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
- Relacionar a consagração do poder imperial com a unidade do império romano.
- Relacionar o processo de consagração do poder imperial com a sua divinização.
Linha de conteúdos:
O funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
. O senado: - assembleia extremamente respeitada, representava a própria Roma, as suas tradições e a sua continuidade. Embora os seus poderes pareçam limitados, o facto de ser uma assembleia de carácter permanente conferia-lhe uma enorme influência social e política.
.O número dos senadores foi variando fixando-se em 600. As suas funções eram de autorizar a cunhagem de moeda, controlar o tesouro e o desempenho dos magistrados. Decidia ainda matéria de guerra e paz, alianças e tratados e administração das províncias
. Os comícios: - assembleia de carácter popular, representavam o povo de Roma e constituíam a base da autoridade do Estado em pareceria com o Senado. Cabia-lhe a eleição dos magistrados e a votação das leis, propostas pelos magistrados.
. Os magistrados: - eleitos por um ano, asseguravam as mais variadas funções, desde o comando militar ao abastecimento da cidade. A sua progressão no âmbito das magistraturas tinha como objectivo a dignidade mais elevada cônsul.
.Esta organização pública permitiu em grande parte a ordem e a força necessária à conquista do seu vasto império. Porém a IaC., desencadeou-se uma profunda crise política, marcada por ferozes perseguições e sangrentas guerras civis.
A consagração do poder imperial com a unidade do império romano.
. A construção de um Estado forte e unificado, centralizando numa única pessoa todos os poderes, ocorreu em 27 aC. com a instituição do Estado Imperial, na pessoa de Octávio César Augusto.
. 40 - 38 aC., o Senado confiou a Octávio o império proconsular, em todo o território romano ou seja o título de imperador.
. 31 a ., Octávio conseguiu fazer-se eleger tribuno cônsul e princeps senatus, por esse título detinha a supremacia sobre o poder legislativo e a função de fazer cumprir as leis.
. 27 aC., O Senado reconheceu-lhe todos os títulos e cargos anteriormente obtidos, concedeu-lhe o poder de nomear os senadores e honrou-o com o título de augustus.
. 12. aC, recebeu o cargo do Pontifex Maximus controlando o poder sacerdotal e religioso.
. Octávio César Augusto, conseguiu para si, uma autonomia pessoal, absoluta e de carácter quase divino, o que originou o culto imperial
A divinização do soberano era uma tradição no Oriente helenístico e no Egipto.
. Na tradição romana era reconhecida natureza divina aos homens que realizavam grandes feitos.
. A paz e a ordem fundamental para a divinização de Octávio
. Este organizou, moderou e também aceito um culto
. Assistiu-se à construção de templos e altares no âmbito do culto imperial tanto nas províncias como em Roma.
. O culto de Roma e ao imperador normalmente associado foi importante para a unidade política.
Metodologia:
Método Interrogativo
Método dedutivo
Método comparativo
Avaliação
Individualizada
Recursos
Manual: Documentos nº 6 (p.78) e nº7 (79).
Alunos
Quadro
Sumário:
A divinização do poder imperial
Bibliografia:
CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, Lisboa, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o Império, Publicações Dom Queixote, Lisboa, 1993
GRIMMAL, P., A Civilização Romana, Ed.70, Lisboa,1998.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PHIJUOAN, UJ. (dir.), História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
- Explicar o funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
- Relacionar a consagração do poder imperial com a unidade do império romano.
- Relacionar o processo de consagração do poder imperial com a sua divinização.
Linha de conteúdos:
O funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
. O senado: - assembleia extremamente respeitada, representava a própria Roma, as suas tradições e a sua continuidade. Embora os seus poderes pareçam limitados, o facto de ser uma assembleia de carácter permanente conferia-lhe uma enorme influência social e política.
.O número dos senadores foi variando fixando-se em 600. As suas funções eram de autorizar a cunhagem de moeda, controlar o tesouro e o desempenho dos magistrados. Decidia ainda matéria de guerra e paz, alianças e tratados e administração das províncias
. Os comícios: - assembleia de carácter popular, representavam o povo de Roma e constituíam a base da autoridade do Estado em pareceria com o Senado. Cabia-lhe a eleição dos magistrados e a votação das leis, propostas pelos magistrados.
. Os magistrados: - eleitos por um ano, asseguravam as mais variadas funções, desde o comando militar ao abastecimento da cidade. A sua progressão no âmbito das magistraturas tinha como objectivo a dignidade mais elevada cônsul.
.Esta organização pública permitiu em grande parte a ordem e a força necessária à conquista do seu vasto império. Porém a IaC., desencadeou-se uma profunda crise política, marcada por ferozes perseguições e sangrentas guerras civis.
A consagração do poder imperial com a unidade do império romano.
. A construção de um Estado forte e unificado, centralizando numa única pessoa todos os poderes, ocorreu em 27 aC. com a instituição do Estado Imperial, na pessoa de Octávio César Augusto.
. 40 - 38 aC., o Senado confiou a Octávio o império proconsular, em todo o território romano ou seja o título de imperador.
. 31 a ., Octávio conseguiu fazer-se eleger tribuno cônsul e princeps senatus, por esse título detinha a supremacia sobre o poder legislativo e a função de fazer cumprir as leis.
. 27 aC., O Senado reconheceu-lhe todos os títulos e cargos anteriormente obtidos, concedeu-lhe o poder de nomear os senadores e honrou-o com o título de augustus.
. 12. aC, recebeu o cargo do Pontifex Maximus controlando o poder sacerdotal e religioso.
. Octávio César Augusto, conseguiu para si, uma autonomia pessoal, absoluta e de carácter quase divino, o que originou o culto imperial
A divinização do soberano era uma tradição no Oriente helenístico e no Egipto.
. Na tradição romana era reconhecida natureza divina aos homens que realizavam grandes feitos.
. A paz e a ordem fundamental para a divinização de Octávio
. Este organizou, moderou e também aceito um culto
. Assistiu-se à construção de templos e altares no âmbito do culto imperial tanto nas províncias como em Roma.
. O culto de Roma e ao imperador normalmente associado foi importante para a unidade política.
Metodologia:
Método Interrogativo
Método dedutivo
Método comparativo
Avaliação
Individualizada
Recursos
Manual: Documentos nº 6 (p.78) e nº7 (79).
Alunos
Quadro
Sumário:
A divinização do poder imperial
Bibliografia:
CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, Lisboa, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o Império, Publicações Dom Queixote, Lisboa, 1993
GRIMMAL, P., A Civilização Romana, Ed.70, Lisboa,1998.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PHIJUOAN, UJ. (dir.), História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Lição de 22 de Outubro de 2010.
Competências
Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Explicar a importância do urbanismo no território imperial.
Linha de conteúdos:
- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.
Roma afirmou-se como:
.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.
. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia
Metodologia:
Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.
Avaliação
Dedutiva
Recursos:
Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75
Sumário:
A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.
Bibliografia:
CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Explicar a importância do urbanismo no território imperial.
Linha de conteúdos:
- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.
Roma afirmou-se como:
.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.
. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia
Metodologia:
Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.
Avaliação
Dedutiva
Recursos:
Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75
Sumário:
A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.
Bibliografia:
CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Lição de 18 de Outubro de 2010
Competências a desenvolver:
- Explicar o funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
- Relacionar a consagração do poder imperial com a unidade do império romano.
Linha de conteúdos:
O funcionamento do regime republicano com o garante dos direitos e liberdades em Roma.
. O senado: - assembleia extremamente respeitada, representava a própria Roma, as suas tradições e a sua continuidade. Embora os seus poderes pareçam limitados, o facto de ser uma assembleia de carácter permanente conferia-lhe uma enorme influência social e política.
O número dos senadores foi variando fixando-se em 600. As suas funções eram de autorizar a cunhagem de moeda, controlar o tesouro e o desempenho dos magistrados. Decidia ainda matéria de guerra e paz, alianças e tratados e administração das províncias
. Os comícios: - assembleia de carácter popular, representavam o povo de Roma e constituíam a base da autoridade do Estado em pareceria com o Senado. Cabia-lhe a eleição dos magistrados e a votação das leis, propostas pelos magistrados.
. Os magistrados: - eleitos por um ano, asseguravam as mais variadas funções, desde o comando militar ao abastecimento da cidade. A sua progressão no âmbito das magistraturas tinha como objectivo a dignidade mais elevada cônsul.
Esta organização pública permitiu em grande parte a ordem e a força necessária à conquista do seu vasto império. Porém a IaC., desencadeou-se uma profunda crise política, marcada por ferozes perseguições e sangrentas guerras civis.
A consagração do poder imperial com a unidade do império romano.:
. A construção de um Estado forte e unificado, centralizando numa única pessoa todos os poderes, ocorreu em 27 aC. com a instituição do Estado Imperial, na pessoa de Octávio César Augusto.
. 40 - 38 aC., o Senado confiou a Octávio o império proconsular, em todo o território romano ou seja o título de imperador.
. 31 a ., Octávio conseguiu fazer-se eleger tribuno cônsul e princeps senatus, por esse título detinha a supremacia sobre o poder legislativo e a função de fazer cumprir as leis.
. 27 aC., O Senado reconheceu-lhe todos os títulos e cargos anteriormente obtidos, concedeu-lhe o poder de nomear os senadores e honrou-o com o título de augustus.
. 12. aC, recebeu o cargo do Pontifex Maximus controlando o poder sacerdotal e religioso.
. Octávio César Augusto, conseguiu para si, uma autonomia pessoal, absoluta e de carácter quase divino, o que originou o culto imperial.
Metodologia:
- Método expositivo
-Método interrogativo
- Método dedutivo
Avaliação
-Individualizada
Recursos:
Manual:
- Quadro nº 3 , p.75.
- Documento nº5, p.77
Estratégia:
Leitura e interpretação do documento nº 5
Observação e comentário do Quadro nº4.
Sumário:
O regime republicano e a consagração do poder imperial com Octávio César Augusto.
Lição de 22 de Outubro de 2010.
Competências a desenvolver:
Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Explicar a importância do urbanismo no território imperial.
Linhas de conteúdos:
- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.
Roma afirmou-se como:
.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.
. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia
Metodologia:
Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.
Avaliação
Dedutiva
Recursos:
Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75
Sumário:
A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.
Bibliografia:
CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Explicar a importância do urbanismo no território imperial.
Linhas de conteúdos:
- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.
Roma afirmou-se como:
.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
- A importância do urbanismo no território imperial.
. a cidade como centro administrativo capazes de gerir os assuntos correntes e unidade do império
. Assim a reorganização e a criação das cidades foi uma prioridade
. o modelo romano capital do império foi seguido por todo o império (romanização).
. rodeada de muralhas, fórum, mercado, templos, teatros, termas, etc.
. questões urbanísticas, abastecimento da água, alimento, construção de vias e esgotos.
. cidades dotadas de autonomia
Metodologia:
Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.
Avaliação
Dedutiva
Recursos:
Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75
Sumário:
A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.
Bibliografia:
CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Liçõa de 11 de Outubro de 2010
Geografia do Império Romano
Roma capital do Império
Competências a desenvolver:
Explicar o papel de Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
Linhas de conteúdos:
- Roma como cidade ordenadora da unidade do mundo imperial.
. 509 aC. , nasce Roma com a vitória da aristocracia romana sobre os Etruscos.
. A sua afirmação política justificou-se por necessidades de defesa, económica e glória.
. 146 aC., já domínio o Mediterrâneo Oriental.
. Uma vez constituído como Império levou a cabo a unificação de um grande espaço.
. Espaço de domínio de Ocidente a Oriente, da Península Ibérica, à Mesopetânia,
. Das ilhas Britânicas até ao Egipto
. Cidades ricas e populosas: Roma, Cartago, Atenas ou Alexandria
. A república assente num modelo próximo da polis grega dava lugar a um regime monárquico.
. Cujo o poder estava num imperador, imperium e dotado de um carácter sagrado (Octávio Augusto). Apogeu do seu domínio entre o séc. I e II dc.
Roma afirmou-se como:
.Caracteriza-se pela extensaõ e heteregenoidade.
Dominadora:
.Submeteu civilizações brilhantes como os gregos.
.Poderosas como os Cartigineses
. Atrasadas como as populações da Europa Ocidental.
Metodologia:
Método expositivo.
Método dedutivo.
Método indutivo.
Avaliação
Dedutiva
Recursos:
Documentos do manual nº1,2 e 3
Figura, p.73
Quadro, p. 75
Desenvolvimento:
O tempo de lectivo, inicia-se com uma breve consolidação sobre a escultura na Grécia Antigo. De seguida os alunos deverão identificar os elementos informativos que constituem o mapa inserido na figura um com a finalidade de explicar como Roma se converteu num Império. Na continuidade do tempo lectivo e a partir do documento número dois pretende-se que os educandos tenham a noção da importância da cidade no novo conceito de urbanismo que marca a civilização romana. Por último os alunos deverão visualizar o quadro sobre as instituições fundamentais da administração imperial no contexto do funcionamento político – administrativo a desenvolver na próxima aula, a presente deve terminar com a elaboração do sumário.
Sumário:
A noção de império e a importância das cidades na sua unidade. O Modelo de Roma e a sua difusão segundo a romanização.
Bibliografia:
CORNELL, T., Herança de um Império, Círculo de Leitores, 1991.
CHRISTOL, M., Roma e o seu império, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1993.
GRIMMAL, P. A Civilização Romana, Lisboa, Ed.70, 1988.
GRIMMAL, P., A vida Romana na Antiguidade, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
PIJHOAN, UJ (dir.) , História da Arte, Vol. II, Mem Martins, Publicações Alfa, 1972.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Lição de 7 de Outubro de 2010
Competências a desenvolver :
Caracterizar as principais características da Escultura na época Arcaica.
Linha de conteúdos:
- Escultura Arcaica:
. A beleza física ideal.
. A utilização do bronze e do mármore.
- Época Arcaica:
. A evolução: Kouros e a Koré.
.Ombros largos e anca estreita.
. Posição frontal e perna avançada.
.Barba e cabelo simplificado
Transição feita pelo Auriga.
Escultura Clássica:
.representação da mulhar adulta ( simboliza o amor).
.os seios desenvolvidas.
.onca larga.
.pernas torneadas
.joelho firmamente articulados.
Época Helenística
.favorece o realismo expressivo.
.representação dramática e teatral.
.figuras do quotodiano.
.representações esculturais.
.materiais utilizados frenquentemente o bronze e o mármore.
Metodologia
Método expositivo
Método Interrogativo
Avaliação
Individualizada
Recursos:
- Quadro
- Manual – p. 61 - fig.34.
Sumário:
A Escultua na Grécia Antiga.
Bibliografia:
FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988
BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972
KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000
PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.
VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.
Caracterizar as principais características da Escultura na época Arcaica.
Linha de conteúdos:
- Escultura Arcaica:
. A beleza física ideal.
. A utilização do bronze e do mármore.
- Época Arcaica:
. A evolução: Kouros e a Koré.
.Ombros largos e anca estreita.
. Posição frontal e perna avançada.
.Barba e cabelo simplificado
Transição feita pelo Auriga.
Escultura Clássica:
.representação da mulhar adulta ( simboliza o amor).
.os seios desenvolvidas.
.onca larga.
.pernas torneadas
.joelho firmamente articulados.
Época Helenística
.favorece o realismo expressivo.
.representação dramática e teatral.
.figuras do quotodiano.
.representações esculturais.
.materiais utilizados frenquentemente o bronze e o mármore.
Metodologia
Método expositivo
Método Interrogativo
Avaliação
Individualizada
Recursos:
- Quadro
- Manual – p. 61 - fig.34.
Sumário:
A Escultua na Grécia Antiga.
Bibliografia:
FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988
BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972
KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000
PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.
VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.
Lição de 5 de Otubro de 2010
Competências a desenvolver :
Identificar os principais elementos artísticos da arquitectura no período Romano.
Linha de conteúdos:
A Arte Grega
- Arquitectura:
. As três ordens clássicas:
A Coluna: base, fuste e capitel.
Ordem arcaica - 600aC.
Ordem Clássica - VI aC.
Ordem Coríntia – Período Helenístico.
Tipologia da planta:
. Simples: - rectangular e circular.
Pronaos e Cella.
. O Pórtico.
. A Cobertura: - Entablamento = arquitrave+friso+frontão.
.Tímpano: tríglifos e métopas.
Metodologia
Método expositivo
Método Interrogativo
Avaliação
Individualizada
Recursos:
- Quadro
- Manual – p. 61 - fig.34.
Sumário:
Os principais elementos artísticos da arquitectura na Grécia Clássica.
Bibliografia:
FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988
BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972
KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000
PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.
VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.
Identificar os principais elementos artísticos da arquitectura no período Romano.
Linha de conteúdos:
A Arte Grega
- Arquitectura:
. As três ordens clássicas:
A Coluna: base, fuste e capitel.
Ordem arcaica - 600aC.
Ordem Clássica - VI aC.
Ordem Coríntia – Período Helenístico.
Tipologia da planta:
. Simples: - rectangular e circular.
Pronaos e Cella.
. O Pórtico.
. A Cobertura: - Entablamento = arquitrave+friso+frontão.
.Tímpano: tríglifos e métopas.
Metodologia
Método expositivo
Método Interrogativo
Avaliação
Individualizada
Recursos:
- Quadro
- Manual – p. 61 - fig.34.
Sumário:
Os principais elementos artísticos da arquitectura na Grécia Clássica.
Bibliografia:
FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988
BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972
KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000
PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.
VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Lição de 4 de Outubro de 2010l
Competências a desenvolver :
Reconhcer as principais etapas da educação na Grécia Clássica.
Linha de conteúdos:
1ª Etapa
. Aos 7 anos eram educadas pela mãe no gineceu.
. Os rapazes iam à escola onde recebianm a preparação para a cidadania.
.O currículo era centrado: na escrita, leitura e poemas clássicos.
.Iniciava-se a preparação física para a defesa da polis.
2ª Etapa – 15 anos
. A formação cívica e física concentrava-se no exercício físico nos ginásios.
. A aprendizagem com vista à sabedoria completava-se na procura da sabedoria ( Matemática e Filosofia).
3º Etapa –
. Aos 18 anos, pertencia ao grupo dos efebos , devendo cumprir um serviço militar de dois anos, findo o qual eram considerados cidadãos em pleno dos seus direitos civis e políticos.
. A educação cívica completava-se com a sua participação nas assembleias, no exercício das magistraturas e os debates na agora.
A partir do séc. V a formação dos cidadãos integrava o desenvolvimento do espírito crítico e a facilidade de expressão.
. Este saber era difundido pelos Sofistas, que eram objectivo de crítica porque eram pagos.
Método expositivo
Método Interrogativo
Avaliação
Individualizada
Recursos:
- Quadro
- Manual – p. 61 - fig.34.
Sumário:
As principais etapas na Grécia Clássica.
Bibliografia:
FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988
BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972
KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000
PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.
VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.
Reconhcer as principais etapas da educação na Grécia Clássica.
Linha de conteúdos:
1ª Etapa
. Aos 7 anos eram educadas pela mãe no gineceu.
. Os rapazes iam à escola onde recebianm a preparação para a cidadania.
.O currículo era centrado: na escrita, leitura e poemas clássicos.
.Iniciava-se a preparação física para a defesa da polis.
2ª Etapa – 15 anos
. A formação cívica e física concentrava-se no exercício físico nos ginásios.
. A aprendizagem com vista à sabedoria completava-se na procura da sabedoria ( Matemática e Filosofia).
3º Etapa –
. Aos 18 anos, pertencia ao grupo dos efebos , devendo cumprir um serviço militar de dois anos, findo o qual eram considerados cidadãos em pleno dos seus direitos civis e políticos.
. A educação cívica completava-se com a sua participação nas assembleias, no exercício das magistraturas e os debates na agora.
A partir do séc. V a formação dos cidadãos integrava o desenvolvimento do espírito crítico e a facilidade de expressão.
. Este saber era difundido pelos Sofistas, que eram objectivo de crítica porque eram pagos.
Método expositivo
Método Interrogativo
Avaliação
Individualizada
Recursos:
- Quadro
- Manual – p. 61 - fig.34.
Sumário:
As principais etapas na Grécia Clássica.
Bibliografia:
FINELY ,M., Os gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, Lisboa, 1988
BONNNARD, A., Civilização Grega, Lisboa, Estúdios Cor., 1972
KEMP, M., História da Arte, no Ocidente, Lisboa, Verbo, 2000
PEREIRA, M.R., Estúdios de história e Cultura Clássica, Lisboa, Calouste Gulbenkiam, 1989.
VERNANT, J.P., O homem grego, Lisboa, Presença, 1994.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
30 de Setembro de 2010
Competências a desenvolver:
- Identificar as características das festas das Grandes Panateneias.
- Explicar a importância dos Jogos Olímpicos na Grécia Clássica.
Linha de conteúdos:
As grandes manifestações cívico – religiosas na Antiga Grécia:
1 - As festas das Grandes Panateneias.
- decorriam durante seis dias toda a população
- realizavam-se todos os anos , mas em cada quatro anos, denominavam-se as Grandes Panateneias
- nessa ocasião se desenrolava a celebre procissão das Panateneias [era nessa ocasião que os jovens sacrificavam num altar os animais/as raparigas levavam um vês especial tecido pelas deusas
- incluíam também orações e concursos literários, atléticos e musicais.
2 – Os Jogos Oímpicos
- 4 em 4 anos – em Olímpia em honra de Zeus, Héracles ( heroí que lhes deu nome) e Pélops (1ºvencedor).
-antes da competição- “tréguas sagradas” –prisão com armas nos Jogos
- as raparigas solteiras podiam assistir aos jogos
- Integrava as cerimónias religiosas celebradas no templo de Zeus
- Incluía uma série de provas desportivas: Luta, Pugilato, a Corrida e as provas equestres.
- A coroa de louros era atribuída ao vencedor
-realizaram-se entre 776ac. E 393 a – retomados na era moderna em 1896
3 – Jogos Nemeus.
-celebrados em honra de Delfos
-realizavam-se 4 em 4 anos - começaram por ser apenas concursos musicais
- Jogos Nemeus [ em honra de Zeus] e Istímicos [ em honra de Poseidom]
A religião tinha um importante carácter social : cultos [ privados] e cultos cívícos
4-Teatro
-O teatro nasceu – das festas em honra Dionísio - durante seis dias
- Espaço organizado em três áreas distintas: o palco, a orquestra e bancadas.
- no séc.V a.c.- era acima de tudo uma celebração religiosa de certa severidade [temas : lendas dos deuses e heróis]
- coros e danças – homenageava o deus- representações dramáticas
A Tragédia [carácter moralizador subordinando o homem aos deuses e seus desígnios ] –
Principais poetas: Esquilo, Sófoles e Eurípides.
Principal poeta: Aristófenes.
Função de Jogos: - Evitar o antagonismo e ódio, pelo contrário procuravam promover o convívio entre os homens e cidades pan - helénica.
Estratégia:
Leitura e interpretação de documentos do Manual.
Recursos:
Manual
Quadro
Metodologia:
Método Expositivo.
Método Dedutivo.
Método Comparativo.
Avaliação
Colectiva
Sumário:
As grandes manifestações cívico-religiosas na Antiga Grécia.
Bibliografia:
FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.
FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.
FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70, 1997.
GRIMAL.P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.
HOUSER, A., História Social da Arte e Cultura, Lisboa, Veja, 1980.
- Identificar as características das festas das Grandes Panateneias.
- Explicar a importância dos Jogos Olímpicos na Grécia Clássica.
Linha de conteúdos:
As grandes manifestações cívico – religiosas na Antiga Grécia:
1 - As festas das Grandes Panateneias.
- decorriam durante seis dias toda a população
- realizavam-se todos os anos , mas em cada quatro anos, denominavam-se as Grandes Panateneias
- nessa ocasião se desenrolava a celebre procissão das Panateneias [era nessa ocasião que os jovens sacrificavam num altar os animais/as raparigas levavam um vês especial tecido pelas deusas
- incluíam também orações e concursos literários, atléticos e musicais.
2 – Os Jogos Oímpicos
- 4 em 4 anos – em Olímpia em honra de Zeus, Héracles ( heroí que lhes deu nome) e Pélops (1ºvencedor).
-antes da competição- “tréguas sagradas” –prisão com armas nos Jogos
- as raparigas solteiras podiam assistir aos jogos
- Integrava as cerimónias religiosas celebradas no templo de Zeus
- Incluía uma série de provas desportivas: Luta, Pugilato, a Corrida e as provas equestres.
- A coroa de louros era atribuída ao vencedor
-realizaram-se entre 776ac. E 393 a – retomados na era moderna em 1896
3 – Jogos Nemeus.
-celebrados em honra de Delfos
-realizavam-se 4 em 4 anos - começaram por ser apenas concursos musicais
- Jogos Nemeus [ em honra de Zeus] e Istímicos [ em honra de Poseidom]
A religião tinha um importante carácter social : cultos [ privados] e cultos cívícos
4-Teatro
-O teatro nasceu – das festas em honra Dionísio - durante seis dias
- Espaço organizado em três áreas distintas: o palco, a orquestra e bancadas.
- no séc.V a.c.- era acima de tudo uma celebração religiosa de certa severidade [temas : lendas dos deuses e heróis]
- coros e danças – homenageava o deus- representações dramáticas
A Tragédia [carácter moralizador subordinando o homem aos deuses e seus desígnios ] –
Principais poetas: Esquilo, Sófoles e Eurípides.
A comédia [incitava ao riso e à boa disposição sem, no entanto valorizar os objectivos moralizadores – crítica o comportamento dos políticos e no modo satírico como critica o comportamento dos políticos e as correntes intelectuais e culturais do seu tempo ].
Principal poeta: Aristófenes.
Função de Jogos: - Evitar o antagonismo e ódio, pelo contrário procuravam promover o convívio entre os homens e cidades pan - helénica.
Estratégia:
Leitura e interpretação de documentos do Manual.
Recursos:
Manual
Quadro
Metodologia:
Método Expositivo.
Método Dedutivo.
Método Comparativo.
Avaliação
Colectiva
Sumário:
As grandes manifestações cívico-religiosas na Antiga Grécia.
Bibliografia:
FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.
FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.
FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70, 1997.
GRIMAL.P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.
HOUSER, A., História Social da Arte e Cultura, Lisboa, Veja, 1980.
30 de Setembro de 2011
Competências a desenvolver:
Reconhecer os principais limites à participação democrática na polis ateniense.
Linha de conteúdos:-
Os principais limitem à participação democrática na polis ateniense:
- O nº de cidadãos que gozavam de plenos direitos não ultrapassava os 10 %.
- Entre os habitantes que estavam excluídos da vida política contava-se:
As mulheres:
- Embora respeitadas tinham uma liberdade restrita.
- Não participavam na vida política e urbana.
- Estavam limitadas ao lar [ gineceu], aposentos privados.
- Dedicava-se á educação dos filhos e às tarefas domésticas.
- Estavam sobre a tutela do marido ou do irmã mais velho
Os metecos:
- Eram estrangeiros e apesar do seu papel na vida económica não tinham direitos políticos.
Os escravos:
- Eram cerca de metade da população ateniense.
-Não tinham personalidade júridica.
- Antigos prisioneiros de guerra.
- Garantiam a vida e o bem estar da população.
- Libertavam os cidadãos para os seus negócios.
Estratégia:-
Leitura e interpretação de documentos do manual – nº16, 17, 19
Metodologia:
Método Expositivo.
Método Dedutivo.
Método Interrogativo
Método Comparativo.
Avaliação
Individualizada
Sumário:-
Os principais limites à participação democrática na Grécia Clássica.
Bibliografia:-
FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.
FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edição 70, 1988.
FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70,1997.
GRIMAL, P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.
HOUSER, A., História Social da Arte e da Cultura, Lisboa, Veja, 1980.
Reconhecer os principais limites à participação democrática na polis ateniense.
Linha de conteúdos:-
Os principais limitem à participação democrática na polis ateniense:
- O nº de cidadãos que gozavam de plenos direitos não ultrapassava os 10 %.
- Entre os habitantes que estavam excluídos da vida política contava-se:
As mulheres:
- Embora respeitadas tinham uma liberdade restrita.
- Não participavam na vida política e urbana.
- Estavam limitadas ao lar [ gineceu], aposentos privados.
- Dedicava-se á educação dos filhos e às tarefas domésticas.
- Estavam sobre a tutela do marido ou do irmã mais velho
Os metecos:
- Eram estrangeiros e apesar do seu papel na vida económica não tinham direitos políticos.
Os escravos:
- Eram cerca de metade da população ateniense.
-Não tinham personalidade júridica.
- Antigos prisioneiros de guerra.
- Garantiam a vida e o bem estar da população.
- Libertavam os cidadãos para os seus negócios.
As normas reguladoras da democracia incluíam o ostracismo e a pena de ordem, para os cidadãos que prejudicassem o funcionamento do sistema democrático. O sorteio, a rotatividade dos cargos e a demagogia, acabaram por em determinados momentos por se afirmarem como obstáculos ao regime.
Estratégia:-
Leitura e interpretação de documentos do manual – nº16, 17, 19
Metodologia:
Método Expositivo.
Método Dedutivo.
Método Interrogativo
Método Comparativo.
Avaliação
Individualizada
Sumário:-
Os principais limites à participação democrática na Grécia Clássica.
Bibliografia:-
FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.
FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edição 70, 1988.
FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70,1997.
GRIMAL, P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.
HOUSER, A., História Social da Arte e da Cultura, Lisboa, Veja, 1980.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
28 de Setembro de 2011
Competências a desenvolver:
- Explicar o papel dos principais reformadores na consolidação da democracia na Grécia Clássica.
- Analisar o sistema democrático na Grécia Clássica.
- Identificar os principais órgãos do governo de Atenas no regime democrático.
Linha de conteúdos: -
O papel dos principais reformadores no processo de consolidação da democracia na Grécia Clássica.
- As reformas de Sólon – arconte 594 aC., acabou com a escravização por dúvidas e reconheceu a todos os cidadãos da Ática o direito de cidadania. Embora as principais magistraturas da cidade continuassem reservadas aos aristocratas, a Assembleia abria-se a todos os cidadãos.
- As reformas de Clístenes, considerado o fundador da democracia ateniense, instituiu o sistema decimal que serviria de base ao funcionamento das instituições. Reorganizou, para isso, o território ático, dividindo em 10 tribos subdivididas, por sua vez 10 demos. Qualquer que fosse a sua origem ou fortuna todos pertenciam ao demo que habitavam. Destas circunscrições sairiam os cidadãos que governavam a cidade. Com base na demo e no princípio da igualdade dos cidadãos que aí habitavam, surgia noção do novo regime a democracia.
- As reformas Péricles, defendeu a participação democrática e instituiu o princípio da democracia e directa. Diminui o papel da aristocracia do Aerópago e estabeleceu o recrutamento para cargos militares e políticas a todos os indivíduos de todos as classes.
O sistema democrático na Grécia Clássica.
Uma democracia – isto é a soberania partilhada por todos os cidadãos
. o seu exercício era feito de forma directa – o governo era exercido pelos próprios cidadãos
. cidadão eram apenas os homens livres, filhos de pai e mãe inscritos na sua demos
Por vezes a título excepcional era concedido a um estrangeiro
. não havia distinção, profissão, riqueza ou grau de instrução
. através de eleições ou sorteios, eram eleitos de forma temporária ( geralmente anuais e rotativos)
A partir do séc. V e IV ac exerciam a cidadania no âmbito das instituições e órgãos de poder consignados na Constituição de Atenas
Os cargos políticos eram inadiáveis e não remunerados.
Os direitos do cidadão : - isonomia – igualdade perante a lei
Isocracia - igualdade de acesso aos cargos políticos
Isegoria – igual direito de todos a palavra
. Imperfeita – não tinham acesso as mulheres, os estrangeiros e escravos
Principais órgãos de governo de Atenas no regime democrático.
1. Poder Legislativo
Bulé ou Conselho dos 500 ………………………. 50X10 Tribos (sorteio)
Prepara os projectos de lei
Toma decisões correntes
ECLÉSIA [ partilha com a bulé o poder legislativo ]
vota leis, a guerra e ostracismo [ deixava a cidade por 10 anos]
Assembleia de todos os cidadãos – sorteio e eleição anual
2. Poder judicial
HELIASTAS ou TRIBUNAL POPULAR…… 600X10=6000
Julga maior parte dos processos
AEROPAGO
. crimes por homicídio, envenenamento e incêndio …………constituídos antigos arcontes
3. Poder executivo.
ESTRATEGOS ………. Poder executivo………………….ARCONTES
Funções militares presidem aos tribunais
Exercem funções religiosas
Verificar as leis
Eleição sorteio
Pré –requisitos:-
- Democracia Antiga
- Escravo
- Meteco
Estratégias:-
- Leitura e interpretação de documentos do manual.
Metodologia:-
- Método dedutivo.
- Método indutivo
Avaliação
Colectiva
Recursos:-
Documentos do Manual nºs 8, 9 e 10
Sumário: -
Os principais reformadores e a evolução do regime democrático em Atenas.
Bibliografia:-
FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.
FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.
FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70, 1997.
GRIMAL, P., O Cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.
HOUSER, A., História Social da Arte e da Cultura, Lisboa, Veja, 1989.
- Explicar o papel dos principais reformadores na consolidação da democracia na Grécia Clássica.
- Analisar o sistema democrático na Grécia Clássica.
- Identificar os principais órgãos do governo de Atenas no regime democrático.
Linha de conteúdos: -
O papel dos principais reformadores no processo de consolidação da democracia na Grécia Clássica.
- As reformas de Sólon – arconte 594 aC., acabou com a escravização por dúvidas e reconheceu a todos os cidadãos da Ática o direito de cidadania. Embora as principais magistraturas da cidade continuassem reservadas aos aristocratas, a Assembleia abria-se a todos os cidadãos.
- As reformas de Clístenes, considerado o fundador da democracia ateniense, instituiu o sistema decimal que serviria de base ao funcionamento das instituições. Reorganizou, para isso, o território ático, dividindo em 10 tribos subdivididas, por sua vez 10 demos. Qualquer que fosse a sua origem ou fortuna todos pertenciam ao demo que habitavam. Destas circunscrições sairiam os cidadãos que governavam a cidade. Com base na demo e no princípio da igualdade dos cidadãos que aí habitavam, surgia noção do novo regime a democracia.
- As reformas Péricles, defendeu a participação democrática e instituiu o princípio da democracia e directa. Diminui o papel da aristocracia do Aerópago e estabeleceu o recrutamento para cargos militares e políticas a todos os indivíduos de todos as classes.
O sistema democrático na Grécia Clássica.
Uma democracia – isto é a soberania partilhada por todos os cidadãos
. o seu exercício era feito de forma directa – o governo era exercido pelos próprios cidadãos
. cidadão eram apenas os homens livres, filhos de pai e mãe inscritos na sua demos
Por vezes a título excepcional era concedido a um estrangeiro
. não havia distinção, profissão, riqueza ou grau de instrução
. através de eleições ou sorteios, eram eleitos de forma temporária ( geralmente anuais e rotativos)
A partir do séc. V e IV ac exerciam a cidadania no âmbito das instituições e órgãos de poder consignados na Constituição de Atenas
Os cargos políticos eram inadiáveis e não remunerados.
Os direitos do cidadão : - isonomia – igualdade perante a lei
Isocracia - igualdade de acesso aos cargos políticos
Isegoria – igual direito de todos a palavra
. Imperfeita – não tinham acesso as mulheres, os estrangeiros e escravos
Principais órgãos de governo de Atenas no regime democrático.
1. Poder Legislativo
Bulé ou Conselho dos 500 ………………………. 50X10 Tribos (sorteio)
Prepara os projectos de lei
Toma decisões correntes
ECLÉSIA [ partilha com a bulé o poder legislativo ]
vota leis, a guerra e ostracismo [ deixava a cidade por 10 anos]
Assembleia de todos os cidadãos – sorteio e eleição anual
2. Poder judicial
HELIASTAS ou TRIBUNAL POPULAR…… 600X10=6000
Julga maior parte dos processos
AEROPAGO
. crimes por homicídio, envenenamento e incêndio …………constituídos antigos arcontes
3. Poder executivo.
ESTRATEGOS ………. Poder executivo………………….ARCONTES
Funções militares presidem aos tribunais
Exercem funções religiosas
Verificar as leis
Eleição sorteio
Pré –requisitos:-
- Democracia Antiga
- Escravo
- Meteco
Estratégias:-
- Leitura e interpretação de documentos do manual.
Metodologia:-
- Método dedutivo.
- Método indutivo
Avaliação
Colectiva
Recursos:-
Documentos do Manual nºs 8, 9 e 10
Sumário: -
Os principais reformadores e a evolução do regime democrático em Atenas.
Bibliografia:-
FERREIRA, J., A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva, 1990.
FINELY, M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.
FINELY, M., Política no Mundo Antigo, Edições 70, 1997.
GRIMAL, P., O Cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1988.
HOUSER, A., História Social da Arte e da Cultura, Lisboa, Veja, 1989.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
23 de Setembro de 2011
Competência:
Os principais elementos da polis Grega:
- duas partes fundamentais: parte alta e a parte baixa
- inicialmente a polis organizou-se na parte alta [ acrópele] – função defesa
- sendo o centro da vida religiosa e política
- residência dos nobres e bem como centro da vida religiosa
- mais tarde, situação de Paz
- surge Ágora – praça Pública [ mercado]
- acrópele torna-se culto – ofertas aos deuses e procissões
- localizada na parte mais baixa era o centro da vida política, económica e social.
- tribunal –justiça
- circo e teatros
- fontes
- templos
- limitada por muralhas
Pré-requisitos:-
Polis
Ágora
Cidadão
Estrtatégias:-
Leitura e interpretação de textos.
Metodologia:-
-Método dedutivo.
-Método interrogativo.
-Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Recursos:-
-Documentos do Manual: 4 (p.26) e 6 (p.29).
Sumário:-
Os Principais elementos da polis Grega.
Bibliografia:-
AMOURETTI, M., O Mundo Grego Antigo dos Palácios de Creta à Conquista de Roma, Lisboa, D. Quixote, 1993.
FERREIRA, J.R.,A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva,1990.
FINELY,M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.
FINELY,M., Política no Mundo Antigo, Lisboa, Edições 70, 1997.
GRIMAL,P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1989.
Os principais elementos da polis Grega:
- duas partes fundamentais: parte alta e a parte baixa
- inicialmente a polis organizou-se na parte alta [ acrópele] – função defesa
- sendo o centro da vida religiosa e política
- residência dos nobres e bem como centro da vida religiosa
- mais tarde, situação de Paz
- surge Ágora – praça Pública [ mercado]
- acrópele torna-se culto – ofertas aos deuses e procissões
- localizada na parte mais baixa era o centro da vida política, económica e social.
- tribunal –justiça
- circo e teatros
- fontes
- templos
- limitada por muralhas
Pré-requisitos:-
Polis
Ágora
Cidadão
Estrtatégias:-
Leitura e interpretação de textos.
Metodologia:-
-Método dedutivo.
-Método interrogativo.
-Método expositivo.
Avaliação
Individualizada
Recursos:-
-Documentos do Manual: 4 (p.26) e 6 (p.29).
Sumário:-
Os Principais elementos da polis Grega.
Bibliografia:-
AMOURETTI, M., O Mundo Grego Antigo dos Palácios de Creta à Conquista de Roma, Lisboa, D. Quixote, 1993.
FERREIRA, J.R.,A democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Livraria Minerva,1990.
FINELY,M., Os Gregos Antigos, Lisboa, Edições 70, 1988.
FINELY,M., Política no Mundo Antigo, Lisboa, Edições 70, 1997.
GRIMAL,P., O cidadão na Grécia Antiga, Lisboa, Presença, 1989.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
22 de Setembro de 2011
- Explicar o modo de organização cívica e política na Grécia Antiga.
Linha de conteúdos:-
- Características do território marcado pela diversidadade:
.Grécia Continental
.Grécia Insular
.Grécia Asiática
. Adversidade do território estava determinada pelo carácter montanhoso e insular que caracteriza todo o seu espaco territorial.
.O modo de organização cívica e política na Grécia Antiga.
- multiplicidade de polis ou cidade de estado [ pelo seu extenso território]
- Numero de cidadãos reduzido – 400.000 [ Atenas + populosa ] .
- A capacidade de governo depende da relação entre o território e a população. [ Ideal da autarcia]
- Corpo cívico reduzido nem todos eram cidadãos [ não incluía escravos e estrangeiros ]
- Aos cidadãos – conduziam a vida política, legislativa [leis, e cerimónias religiosas]
- Capacidade de defesa.
Recursos:-
-Documentos do Manual:
.Observação do Mapa - doc nº1 - A Grécia Antiga,
-Doc nº2 - Quadro - " Território e corpo cívico de algumas pólis gregas (Século V)"
-Doc nº3 - "A Importância da Lei.
Observação:
Parte do tempo lectivo incidiu sobre o conceito de fontes e ciências auxiliares da história, iniciado no tempo lectivo anterior.
Sumário:-
O modo de organização e política da Grécia Clássica
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